Bar Rafaeli
Problemas, divagações, aflições, dúvidas, emoções, vontades de apenas mais um Macho. Este homem moderno que ainda não achou seu lugar no mundo de hoje, mas não desiste de tentar.
segunda-feira, março 22, 2010
sexta-feira, março 19, 2010
Guerra dos sexos.

Nenhum homem presta, toda mulher é puta. Mesmo gente? Ainda com esse papo? Tudo bem que a guerra dos sexos existe desde sempre. Elas reclamando que não levantamos a tampa, nós reclamando da mãe delas. Ok. Os problemas existem mesmo, sem dúvida. Mas é tudo por uma boa causa. A mesma diferença que enriquece tanto nossos relacionamentos traz os conflitos. Acho que todo mundo concorda com isso.
Que tal então pararmos de apontar o dedo na cara do outro falando que a culpa de tudo de errado no mundo é responsabilidade do sexo oposto? Relacionamentos são bons exemplos disso. Quando acabam, ambos os envolvidos, muitas vezes saem crucificando o antigo cônjuge, como se toda e absoluta culpa do fim da relação fosse do outro. Alguém acredita, de verdade, que uma pessoa só tem todo esse poder? Se você acredita, tem sérios problemas de percepção da realidade.
Convenhamos pessoal, fomos nós que causamos tudo isso. Talvez não diretamente, mas ambos os sexos. Um reagindo ao outro, chegamos ao momento atual. Banalizamos as relações juntos, nos tornamos menos tolerantes e valorizamos mais nossas individualidades.
Apesar de termos tido a melhor das intenções, erramos em algum momento, e agora temos que consertar. Nada de “as mulheres precisam” ou “os homens tem que”. Todos nós temos que dar um jeito nisso. Mulheres, nem vocês sabem direito o que querem, parem de exigir que nós saibamos. Homens, se vocês acham que nenhuma mulher se dá valor, comece você a mudar isso.
Não vou nem começar a falar sobre a competição de superioridade ou igualdade. Não, mulheres não são superiores a homens e vice-versa. Mulheres são melhores em umas coisas, homens em outras, é por isso que faz tanto sentido ficarmos juntos e não apenas sairmos trepando em qualquer canto, sem ao menos saber nossos nomes. Nós queremos mais que isso. Merecemos mais que isso. Me recuso a acreditar que não tenhamos evoluído ao menos pouquinho dos nossos ancestrais moradores de cavernas. Os instintos, eu concordo, são os mesmos. Mas não gostamos tanto de bater no peito e falar de nossa civilidade? Então, botemos em prática.
Agora pelo amor de Deus. Parem de reclamar e façam alguma coisa. Não encontra o cara ideal, ok, não é fácil, mas pense se não está procurando nos lugares errados. Pense se o ideal é realmente o que você precisa. Analise se relacionamentos precisam fazer esse sentido todo. Se pergunte se não está procurando homem como quem compra um computador. Não são especificações que farão um cara ser bom pra você. Mulher nenhuma presta? Sério? Então você é um lixo que atrai apenas mulheres que não prestam? Acredita mesmo nisso? Não acha que simplesmente não era pra ser? O mundo mudou, elas agem como nós, se elas não prestam, você também não presta.
Enfim galera, estamos juntos nessa e queremos, de verdade, continuar juntos. Um mundo em que só convivemos com o mesmo sexo não é interessante nem pra quem gosta do mesmo sexo. Tá difícil? Pra caramba, mas confio em nós, e conto com vocês para, aos poucos, irmos chegando a um acordo. Mesmo por que, o sexo depois de uma briga é imbatível.
quinta-feira, março 18, 2010
quarta-feira, março 17, 2010
10 coisas que homens podem aprender com as mulheres.

- Não lave o cabelo todos os dias.
Não, não é falta de higiene. Ao contrario de nós homens, nem todas as mulheres lavam os cabelos todos os dias. Algumas para não estragar a escova, outras por que o cabelo demora muito pra secar naturalmente, o que as levaria a ter que usar secador sempre. Mas o fato é que nossos cabelos tem uma oleosidade natural. Veja bem, natural. Assim como a pele, não deve ficar nem muito seco, nem muito oleoso. Lavar os cabelos todos os dias pode deixar a cabeleira seca (por mais contraditório que pareça), assim, caso já seja seu problema, mais seco ainda. Experimente dia sim, dia não. Se seu cabelo não for oleoso demais, é claro.
- Dress for the part
Mulheres, invariavelmente, prestam atenção no que vestem. Não saem por aí de qualquer jeito. Por mais “largada”que seja, ela escolheu sair daquele jeito. Então, mesmo que você não seja das pessoas mais ligadas em moda , escolha a roupa de acordo como quer aparecer. Se tem ambições em ser presidente da empresa, se vista de acordo, e não ouse colocar a culpa na falta de dinheiro. O que conta é a atitude e postura, não a marca.
- Tagarele
Sabe quando estamos com uma mulher e percebemos que ela está contando a história de sua vida para a vendedora da loja? Então, elas são assim, se comunicam. Mesmo as mais reservadas não resistem a um papinho, mesmo que com estranhos. Não é em toda situação, não são todas, mas é de sabedoria universal que as mulheres falam mais que os homens. Então comece a falar também, brinque com a atendente da padaria, dê mais que um bom dia ao porteiro, fale sobre qualquer coisa. Mas fale. As pessoas se lembrarão mais de você e lhe serão simpáticas.
- Mije sentado
Não, não sempre. Mas assim, se você está num encontro, com uma calça khaki por exemplo, não vai dizer que não fica com medo de deixar resquícios de sua ida ao banheiro na roupa. Acidentes acontecem, afinal, sabemos muito bem que não somos mestres em pontaria. Eu repito, não torne isso um costume, é ridículo, mas em tempos de desespero são necessárias medidas desesperadas.
- Sem gases na frente do sexo oposto
Peidar e arrotar, essas instituições masculinas, podem ser engraçadas e demonstrações de macheza entre os seus, mas nunca os faça na frente do sexo oposto. Afinal, nós sabemos que as mulheres também fazem isso, (do contrário explodiriam) mas nunca na nossa frente. Ao menos não de propósito. E aqui vai uma dica grátis, se estiver na cama acompanhado e isso acontecer por acidente, finja que está dormindo, daí você não tem culpa.
- Seja (na medida do possível) dono de seus impulsos sexuais
Sabemos bem que não decidimos nada. Elas decidem nos beijar, elas decidem transar. Nós só temos que proporcionar as melhores condições possíveis e estarmos prontos pra ação. Pois bem, homens também podem fazer isso. Nesses novos tempos nos deparamos com situações em que a bola vai parar na nossa quadra, e temos a opção de beijar ou transar. Eu sei, é difícil, mas muitas vezes devemos pensar direito no que estamos fazendo. Aquela mulher que está ali, implorando por um beijo seu pode ser a melhor amiga de um caso seu, aquela outra, te convidando para “dar uma” numa quarta a noite, pode ser caso do seu chefe. E você sabem bem que o prazer proporcionado por essas situações é precoce.
- Dê opinião
Mulheres elogiam (muito mais) e criticam os outros. Elas falam como seu cabelo novo ficou bom e deixam claro quando você está ridículo. Ainda que nem sempre possam ser honestas, estão constantemente ajudando os outros a ter uma perspectiva diferente sobre si próprios. Nós homens podemos fazer isso também. Espero que já saiba o quão importante é elogiar uma mulher. Se for criticar, tenha bastante cuidado, elas são frágeis. Aproveite e faça o mesmo com outros homens, larga de ser fresco e elogie a camisa de um, o sapato de outro. Um elogio recebido melhora o dia de qualquer um. Lembre-se, o que faz o cara ser “viado” é gostar de fazer sexo com outros homens. Se você não gosta, pode ficar tranqüilo. Se gosta, não tem problemas em elogiar ninguém.
- Unhas limpas
Não é manicure, não é esmalte, não é pedir demais, mantenha suas unhas limpas.
- Atrase o prazer
Na cama, não vá com tanta sede ao pote. Apesar das coisas serem bem mais simples para nós chegarmos ao orgasmo, não nos limitemos por esse detalhe. Quanto mais tempo demoramos para chegar “lá”, melhor é o grand finale. Larga de ser preguiçoso e pouco atencioso. Chegar “lá” ao mesmo tempo não é fácil, mas é recompensador.
- Assista Sex and the City
Eu sei que é um seriado de “menininha” e tal. Eu sei que as poucas vezes que assistiu, te despertou aquela sensação de “essas mulheres são loucas”. News Flash! Elas não acham. Muitas “loucuras” das protagonistas são exatamente o que as mulheres pensam ou fazem. Por mais que não seja sua praia, fará você entendê-las melhor. Se for difícil, se apegue ao Mr. Big, personagem que é par romântico da protagonista. Ele é o cara.
* Nota: Em minha pesquisa para esse texto, várias mulheres citaram o velho problema do vaso sanitário. Algumas reclamações sobre pontaria, outras sobre não levantar a tampa. Apesar de não ser tecnicamente uma coisa que possamos aprender com elas, achei que valia a nota. Bem, levantar a tampa é o mínimo né povo, nós – ressalto mais uma vez – não somos os mestres da mira. Se com a tampa levantada já erramos de vez em quando, imagina com o buraco menor. A pontaria, bem, tente conhecer seu instrumento, saiba se ele tem uma tendência de desalinhamento, isso o ajudará a corrigir a trajetória. Em casos extremos, já sabe, medidas desesperadas podem ser tomadas.
terça-feira, março 16, 2010
segunda-feira, março 15, 2010
A mediocridade das relações amorosas.

Foto Originalmente daqui.
Medíocre, segundo o dicionário, é tudo aquilo que é “mediano, ordinário, insignificante, vulgar, sem mérito” e por aí vai. Bem, o dicionário falha em precisar a definição. Afinal, no meu entendimento, nem tudo que é mediano é insignificante. Principalmente aplicado às relações pessoais.
Desde que minimamente consciente, todas as relações amorosas que tive na vida foram significantes. Dos grandes desastres (quando a beijo, parece que estou beijando minha irmã) aos grandes sucessos (nossos filhos vão se chamar...) todas tiveram algum impacto em minha vida. Obviamente, os extremos acabam marcando mais nossas vidas. São os picos do que consideramos sucesso ou fracasso em nossos relacionamentos. Porém, se você não é uma daquelas pessoas que só “namora sério”, sabe que ao longo da vida vivemos muito mais relacionamentos medianos que extremos.
Baseados na história de que nunca sabemos aonde um primeiro passo pode nos levar, acabamos fazendo inúmeras “caminhadas” que não chegam rigorosamente a lugar nenhum. São os relacionamentos medianos, ou medíocres, que por uma razão ou outra não funcionam da melhor (nem pior) maneira possível.
A pergunta que tenho me deparado é: Relacionamentos medíocres valem a pena? Se não tem total entrega, cumplicidade e compromisso. Ainda valem a pena ou são apenas perda de tempo? Melhor ficar sozinho? A minha impressão é a de que não. Mas só falo isso porque odeio responder perguntas com “depende”. (Ainda que na grande maioria das vezes, realmente dependa).
Em certos momentos da vida simplesmente cansamos da mediocridade. Cansamos da superficialidade, dos jogos, do “ter sem ter”. É tudo ou nada, branco ou preto. Não enxergamos valor em algo mediano e optamos por nos bastar. Ainda que nunca consigamos nos bastar de verdade. Pode ser impaciência, pode ser o nível alto de exigência ou intolerância. Mas de alguma maneira, a média não é bom o suficiente.
Se estamos num momento desses, não existe argumento que nos faça mudar de idéia. É pura questão de timing. Só o tempo ou a sorte podem mudar a situação. Mas quando estáveis, abertos, crentes, devemos investir numa relação medíocre? Devemos gastar nosso tempo com algo que muito provavelmente não vai te levar aonde planeja chegar? Eu acho que sim.
Sabemos muito bem que o destino de vida planejado muda constantemente. Pelo caminho vamos nos encantando, transformando e de repente nos vimos num lugar completamente diferente de onde queríamos chegar inicialmente. E damos graças a deus por isso.
Esse é o valor do relacionamento medíocre, ele é o desvio, o atalho, a estrada mais longa com vista pro mar. Não serve necessariamente para nenhuma meta traçada, mas não deixa de ter importância na viagem. Tanto podemos sofrer um acidente quanto encontrar uma praia virgem (sem trocadilho). É um risco, claro, mas tem significância sim, e o melhor, podemos mudar de estrada a hora que quisermos. Podemos fazer o retorno, pegar uma saída ou apostar para ver até onde vai.
Whatever works. Esse é o titulo do filme que assisti neste final de semana. Em português seria “Qualquer coisa que funcione”. Na obra de Woody Allen, o protagonista prega o mantra, “qualquer coisa que funcione”. Qualquer coisa que funcione, que te faça feliz e não faça mal aos outros vale. Nesse caos do acaso, aproveitemos qualquer coisa que funcione, pelo tempo que for, e nos bastemos com esses momentos.
quarta-feira, março 10, 2010
terça-feira, fevereiro 23, 2010
segunda-feira, fevereiro 22, 2010
Etiqueta (Básica) de Boteco
Foto do Fore1 - A Convocação
Brother que é brother, não convida. Convoca. Isso quando é necessário. Pois muitos brothers tem dias sagrados, já pré-determinados. Seja uma reunião as quintas, um happy hour às sextas ou o jogo de quarta.
Caso não seja esse o caso, brothers devem convocar os outros pelo meio de comunicação a mão. Vale Twitter, Facebook, SMS, Email, Telefone ou gritando na frente do prédio.
O convite não deve conter mais do que duas palavras. As palavras recomendadas são o nome do bar, da bebida ou um pronome de tratamento ofensivo. Alguma menção a horário vale também. Exemplos: “Boteco, já”, “Vagabundo, cerveja”, “Puto, 18:00”.
2 - A Chegada
O primeiro a chegar ao bar escolhe a mesa, se essa não for pré-determinada. Abre os trabalhos com a bebida de preferência, e não pede petiscos até a chegada de um segundo integrante.
O segundo a chegar deve ser recebido pelo primeiro com duas cortesias principais. Primeira: Pedir uma bebida/copo para o recém chegado. Segunda: Atualiza-lo das mesas interessantes ao redor. Avisar quem está lá de conhecido, qual mulher é gata, qual deu uma olhada e se tem namorada, ex-namorada ou amiga de namorada de alguém no recinto.
O mesmo processo deve ser repetido para todos os integrantes da mesa que chegarem. Com a adição de algum pronome ofensivo e uma reclamação e/ou gozação. Exemplos: “Tava dando a bunda é viado? Que demora do cacete”. Essa ação é progressiva até o último que chegar. Não importa as razões deste ter chegado depois.
3 - O Convívio
A mesa pode ter três climas distintos. Celebração, Afogamento ou Neutro. De cara eliminamos o Neutro, que após as duas primeiras rodadas se torna Celebração.
Celebração exige atenção especial ao celebrado. Se este trocou de emprego, comprou um carro, comeu boi no rolete ou se livrou da ex-mulher, todos devem brindar a conquista. Se alguém tiver um problema com isso que engula. É o dia do brother, amanhã reclama.
Afogamento. Certas mesas de bar são formadas para o popular afogamento de mágoas. Se um brother foi despedido, capotou o carro, comeu comida podre da sogra ou levou um pé da ex-mulher, todos devem brindar com bebida pesada. Whisky, vodka, tequila e cachaça são aceitos. Ninguém deve falar como sua própria vida está maravilhosa. O objetivo principal é beber o quanto for necessário para que o afogamento se torne celebração.
4 - A Conta
Quem sai antes deve ser tratado com pronome ofensivo e reclamação/gozação. (Ver terceiro parágrafo do item 1 para exemplos.) Este deve deixar sua parte da conta mais 20% de margem.
Caso esteja sem grana/cartão pede ao brother mais próximo para “fazer a sua”. Se comprometendo a compensar na próxima. A despedida com cumprimento pessoal é opcional caso o grau de bebedeira esteja alto.
Os brothers restantes falam para este ir devagar e em casos extremos se dispõe a leva-lo pra casa.
Os últimos a ir embora pagam a conta, e mesmo percebendo que faltou dinheiro xingam todos os outros, pagam, e preparam sua vingança para a próxima vez.
sexta-feira, fevereiro 19, 2010
quinta-feira, fevereiro 18, 2010
Desmascarando o Macho Moderno – O Prelúdio

Queiro deixar claro, que nada que revelarei aqui, não é sabido por mulheres que tenham um Universo razoável de parceiros sexuais em suas vidas. Apenas estou dando a chancela de um de nós.
Homens não falam sobre suas experiências sexuais. E antes mesmo que vocês meninas comecem a espernear discordando vou lhes explicar por que.
Homens não dividem intimidade como mulheres. Quando falamos sobre aventuras sexuais estamos infantilmente nos vangloriando, contando vantagem, falando como somos “foda”. Não é surpresa que a maioria dessas histórias sejam grandes mentiras.
Fora casos extraordinários do tipo “ela trepa de ponta cabeça”, não dividimos nada. Podemos ser os melhores amigos de infância e ainda assim não temos idéia do que o outro gosta ou desgosta. O que já experimentou, quando falhou. No nosso mundo de fantasia, todos tem pênis acima da media, nunca broxamos, ou se broxamos foi numa vez que estávamos muuuuito bêbados ou a mulher era horrível.
Mas essa fantasia não existe. Vocês, mulheres, sabem melhor do que eu que sim, homens vira e mexe broxam. Mesmo sem serem recordistas do sexo, vez ou outra se depararam com essa situação. E não, a culpa não é de vocês. É culpa de nossas inseguranças. Seja pela pressão de fazer bem na primeira vez, seja por que cansamos ou simplesmente porque não temos o menor controle sobre nosso amigo lá de baixo. Já está bem claro que quem manda é ele.
Vocês sabem bem que nós gostamos de coisas fora do comum. Que fazemos barulhos estranhos quando estamos chegando lá. Que temos o maior tesão quando vocês fazem uma coisa que nem imaginariam que gostaríamos.
Quando dividimos intimidade de verdade, quando nos entregamos, mostramos uma face até o momento desconhecida, que por mais estranha, engraçada ou bizarra que seja, deve ser encarada como algo especial. Não como uma aberração.
Nós já conhecemos vocês nesse sentido. Sem a necessidade de aprovação que nós temos, vocês aprenderam a dividir seus desejos mais secretos. Não com o mundo, mas umas com as outras, e essas outras com outras, e essas outras conosco. Então nos acostumamos com a idéia de que vocês podem gostar de tomar tapa na cara, na bunda, usar fantasia de puta, fazer com o carro andando no meio da marginal. Não, não estou afirmando aqui que a totalidade das mulheres gosta de tudo isso. Muitas ainda não se permitiram. Vezes por criação, vezes por culpa do próprio parceiro.
O ponto é que nós sabemos da existência de tudo isso. Já do nosso lado, vocês só sabem que nós somos loucos pra fazer um ménage a trois com duas bissexuais. Obviamente, porque é muito bonito admitir essa fantasia. Superhomens que querem dar conta de duas mulheres quando se atrapalham com uma só.
Mas na real, não é só isso. Todos nós temos fantasias secretas. Ou ao menos gostamos de coisas diferentes. E nem todas são tão bonitas e viris. Os homens que admitem isso são minoria. Pois precisa ser muito macho para admitir ao mundo. Tem que começar no quarto, como se não quisesse nada, tratando como a coisa mais natural do mundo. O que na fim das contas é mesmo.
Não estou falando pra vocês, meninas, saírem tentando fazer um fio terra em seus parceiros. Muita calma. Mas saibam, que assim como vocês, nós também desejamos mais do que movimentos mecânicos. Desejamos entrega, submissão, dominação, cumplicidade. Elementos que fazem do sexo realmente uma experiência sobrenatural.
Isso é só o começo...
segunda-feira, fevereiro 08, 2010
terça-feira, fevereiro 02, 2010
Cara, cadê minha tribo?

Quando tinha 14 anos eu era “roqueiro”. Ia na galeria do rock, usava camisa xadrez e camiseta de banda. Heavy Metal. Ouié!
Quando tinha 16 eu era “boy”. Ia no Resumo da ópera, usava 501 roxa e camiseta da Big Johnson. Putsi, putsi.
Quando tinha 18, “cowboy”. Hollywood Project, Barretos, Stetson e fivelas do tamanho de espelhos. Eeeee, tchê, tchê.
Adolescentes são assim mesmo. Volúveis. Sem crise. O problema é que nunca deixei de gostar de Metallica, baladinhas ou botas de bico fino. Fui agregando paixões, fiz a triagem do que era realmente do meu gosto e largando as porcarias.
No terceiro colegial conheci uma galera “culta”. Eles me apresentaram MPB e Jazz, me ajudaram a perceber que os filmes metidos a besta devem ser assistidos com outros olhos e que artes plásticas e literatura tem de ser tratados como whisky. Não é da primeira vez que você vai gostar.
Depois de conhecer a maioria das coisas que eu gostava, chegou a hora de provar um pouco do que nunca tive vontade. Pagode, axé, micareta, escola de samba, balada GLS, Ballet, Opera entre outros.
Bem, a maioria dessas coisas continuei não gostando, mas reconheci o valor de cada uma delas, me preocupei em entender o que seus amantes buscam em cada uma. E assim, aprendi a suportar e tolerar todas.
A pessoa que me tornei não é das mais comuns. Pouca gente entende como posso ser assim. E você sempre tem medo do que não entende. Não culpo ninguém, me colocando em seus lugares também ficaria espantado como alguém pode ficar tão empolgado com um filme do Kubrick quanto com um CD do Jorge e Mateus.
Não me encaixo, não sou nada, mas participo de tudo, e isso não me faz melhor ou pior que ninguém. Mas sem dúvida alguma me faz mais feliz. Acredito que capacidade de adaptação a diversos ambientes é uma das maiores qualidades como adulto. E não sinto vergonha alguma de assumir que já tive preconceito radical em relação ao que é “inferior” ou popular. Mas também não sinto vergonha de dizer que me divirto (muito) com a maioria dessas coisas inferiores.
Bom gosto, mal gosto, é tudo questão de referencial. Os intelectuais dizem que os populares tem mal gosto. Os populares dizem que os intelectuais gostam de coisas estranhas. Mas no final das contas somos todos gente que gosta. Eu por exemplo ainda não gosto de (quase nenhuma) Novela, Big Brother, Forró, Raves de 3 dias ou revista Contigo. Mas você que gosta está convidado a me ajudar a gostar. Eu adoraria.
sexta-feira, janeiro 22, 2010
quinta-feira, janeiro 21, 2010
Relacionamento diabético

É assim, em algum momento da vida, o sujeito descobre que tem diabetes. Até aquele momento comia o doce que bem entendia. Agora não, independente de gostar muito ou pouco, sem dúvida vai sentir falta. É um sabor que não vai mais poder sentir, nunca mais da mesma maneira.
As opções do diabético são: comer o doce, ignorando a recomendação de todos e sua própria consciência de que aquilo vai te fazer mal. Ou enganar o paladar com doces diet, são parecidos com os doces normais, também não fazem tão bem a saúde, mas são bem menos prejudiciais.
Na primeira opção a experiência é completa. O sabor, a textura, o cheiro, tudo te leva de volta ao tempo que o doce era parte de sua vida. Já na segunda, você se engana. Tudo é similar, pode-se matar parte de seu desejo, pode até ter gosto de chocolate, mas não é mais doce. O amargor provocado pelo adoçante artificial é inevitável.
Devidas as proporções, se tornar diabético é como terminar um relacionamento. De um dia para o outro, você não pode mais ter algo que era parte inerente de sua vida. Os sabores, cheiros, texturas, todos estão eliminados de sua vida. Agora resta pouco a fazer. Como um diabético, você pode ser radical e nunca mais colocar um doce na boca. Como “Ex”, pode nunca mais ver aquela pessoa em sua vida. Guarda a lembrança e encara sua nova realidade.
Não optando pelo radicalismo terá duas opções para lidar com seu finado relacionamento. Cultivar uma amizade ou ter um caso mal resolvido.
Ter um caso mal resolvido é opção popular. Grande parte dos relacionamentos acabados não foram destrutivos ao ponto dos envolvidos não quererem mais olhar pra cara do outro. Com o passar do tempo, a tendência de relacionamentos assim, é esquecer tudo que deu errado e relembrar o que funcionava. Porém, não adianta nada o diabético esquecer que doces lhe são nocivos. Lembrando ou não, assim como o sabor continua, a substância ainda lhe faz mal.
Cultivar amizade é o ideal de todo relacionamento bem acabado. Ambos se gostam, mas, por culpa da vida, não se fazem mais bem. É natural tentar a adaptação para um novo status. Deixar o sexo e o romance de lado e usufruir o restante. O companheirismo, a sintonia, o prazer em dividir. Sim, é possível ter tudo isso, mas partindo do princípio de que tínhamos um todo, e que já fomos muito felizes com esse todo, ter só parte pode ser bem agridoce. Seja quando o outro encontrar um novo alguém, ou quando reclamar de algo que ambos adoravam. Em algum ponto se percebe que aquilo não é mais tão saboroso.
As pessoas que nascem com diabetes, ou até a adquirem logo cedo, sentem menos falta do doce. Não chegaram a comer doces como se nunca mais fossem parar de comer. Não tomaram como certa, a presença daquelas guloseimas para o resto de sua vida. Logo perceberam que teriam que abdicar e não se apegaram. Sofrem mais aqueles que após muito tempo se lambuzando, precisam parar de uma hora pra outra. Com a constante lembrança de como aquilo era bom.
Por isso não é fácil abdicar do doce de maneira radical para quem teve esse longo relacionamento. Por isso uma das duas opções costumam ser a saída. Existe uma opção melhor? Sim, optar pelos dietéticos é bem menos danoso. Mas será que você consegue lidar com o amargor?
terça-feira, janeiro 19, 2010
Esperando o hoje

Um copo de Coca-Cola estupidamente gelada do lado direito, o cinzeiro de outro. Olhando 45º a direita eu vejo o mar em que mais entrei na minha vida. Olhando 45º a esquerda o apartamento vazio. Sem amigos, namoradas ou mesmo o cachorro. É simbólico. No começo do ano eu me isolo em um final de semana para fazer não sei bem o que. Ou sei?
Não é depressão, não é falta de oportunidade, não é trabalho. Sou eu comigo mesmo, tentando entrar em um acordo. Tentando criar sintonia entre mente e corpo. Forçando a barra, vestindo cabresto, me colocando no canto pra pensar no que fiz. E mais importante, no que vou fazer.
Ainda no ano passado li e pensei muito sobre esperança. Num texto presenteado por uma amiga, descobri que penso igual a diversos filósofos. E eles me ajudaram a entender esses pensamentos.
Não tenho capacidade alguma de sintetizar o que filósofos dizem, então me contento em falar sobre o que me chamou mais atenção. E o que me pegou de verdade nesses textos foi o conceito de esperança. E como erroneamente a tomamos como algo bom.
É a esperança que faz com que nos decepcionemos, que torna histórias reais em tragédias, antes mesmo de terem acontecido. Nossas expectativas em relação às pessoas (isso engloba trabalho, amigos, romances) faz com que nos sabotemos. Faz com que deixemos de viver o que temos, por projetar o que podemos (ou não) viver no futuro.
Essa baboseira de só termos o presente é em parte verdade. O passado nos serve de exemplo, mas convenhamos, pela quantidade de vezes que repetimos os mesmos erros, nos é pouco eficaz. O futuro não presta pra nada. Não aconteceu e nunca vai acontecer. Não é a toa que Einstein determinou que a viagem ao futuro é impossível. O conceito de futuro tinha que ser reservado a físicos, estudiosos de mecânica quântica. Eles que gostam de falar sobre coisas inexistentes.
O amanhã, que tantas pessoas vão procurar hoje em astrólogos, videntes, numerólogos, é apenas o fruto do hoje. E confie em mim, só vai acontecer se você trabalhar para isso. Você ganhará na loteria, apenas se jogar, vai conhecer o amor da sua vida caso se apresente a inúmeras pessoas e vai ficar rico se acordar hoje, com muito ânimo e força de vontade. Se estudar, se procurar o que, verdadeiramente, pode te deixar rico.
É inútil especular se você não for um estelionatário com más intenções no mercado de ações. Então gaste seu tempo saindo com os amigos que tem hoje, viva o maior romance que pode viver com a pessoa que vai encontrar esta noite e esteja preparado para esta tarde ser promovido e ganhar milhões. Se algumas dessas coisas não der certo. Fique tranqüilo. Amanhã você tenta de novo.
Uma lata de cerveja estupidamente gelada do lado direito, o cinzeiro de outro. Olhando 45º a direita eu vejo o mar em que mais entrei na minha vida. Olhando 45º a esquerda o apartamento cheio. Meus amigos, namoradas e cachorros. Estão todos aqui. Sempre comigo. É fato. No começo do ano eu entendo que nunca conseguirei me isolar. Que tudo e todos me acompanham como uma grande coleção. Referências, experiências e sentimentos que estão impregnados em mim. Em um final de semana para fazer não sei bem o que, descubro que nunca saberei bem o que quero fazer. Só posso saber o que estou fazendo.
terça-feira, janeiro 12, 2010
sábado, janeiro 09, 2010
Mood of The Day!
Muse - Feeling Good
Birds flying high you know how I feel
Sun in the sky you know how I feel
Reeds driftin' on by you know how I feel
It's a new dawn
It's a new day
It's a new life
For me
And I'm feeling good
Fish in the sea you know how I feel
River running free you know how I feel
blossom in the trees you know how I feel
It's a new dawn
It's a new day
It's a new life
For me
And I'm feeling good
Dragonfly out in the sun you know what I mean, don't you
know
Butterflies all havin' fun you know what I mean
Sleep in peace when day is done
And this old world is a new world
And a bold world
For me
Stars when you shine you know how I feel
Scent of the pine you know how I feel
Oh freedom is mine
And I know how I feel
It's a new dawn
It's a new day
It's a new life
For me
And I'm feeling good
quarta-feira, janeiro 06, 2010
Mood of The Day!
Fan video de Gogol Bordello - Through The Roof 'N' Underground
When there's a trap set up for you
In every corner of this town
And so you learn the only way to go is underground
When there's a trap set up for you
In every corner of your room
And so you learn the only way to go is through the roof
Ooohoohoooh through the roof, underground
Ooohoohoooh through the roof, underground
And as we're crossing border after border
We realize that difference is none
It's underdogs who, and if you want it
You always have to make your own fun
And as the upperdog leisurely sighing
The local cultures are dying and dying
The programmed robots are buying and buying
And a psycho load of freaks they are still trying trying
Ooohoohoooh through the roof, underground
Ooohoohoooh through the roof, and underground
And as the boy scouts learn to read between the lines
The silver rabbits hop between their fathers' lies
And boy scouts ask "Where? Where do they go?"
They go to the country that they only know
Just like their meanings they lay between the lines
Between the borders their real countries hide
The strategigo's saw their advertise
Their strategy of being is one of in-your-face disguise
Ooohoohoooh through the roof, underground
Ooohoohoooh through the roof, underground!
And when their own walls they will a-crumble,
And all the systems will be discumbumbled,
Around the stump of bigotry, our own
Serebryanye zayazhy vodyat horovod! [Russian]
Ooohoohoooh through the roof, underground
Ooohoohoooh through the roof, and underground
Ooohoohoooh through the roof, underground
Ooohoohoooh through the roof! Underground!
Serebryanye zayazy vodyat horovod! [Russian]
Through the roof! And underground!
Through the roof! Underground!
quinta-feira, dezembro 17, 2009
Cut it like Beckham

Sim, eu também achei estranho. E descobri o porque. O corte foi feito por ele mesmo numa manhã em que estava de saco cheio da sua cabeleira. Quer saber a história toda? Dá uma olhada no vídeo abaixo, onde ele conta e aproveita pra dar um tapa no cabelo do apresentador George Lopez.
Acho que vou me arriscar também.
Via Homens Modernos.
quinta-feira, dezembro 10, 2009
DJKast #045 - Roqueiros também amam.

Sim, eles amam, e muito. Ajudando jovens tocadores de violão em luaus por todo o planeta a conseguir sexo, os roqueiros expressam seus sentimentos mais doces. Na mesma vibe o mundo é feliz o segundo bloco traz faixas de musicais, aqueles em que escovar os dentes é razão para sair cantando pela janela.
Espero que gostem.
Rolaram:
Mr. Big - To Be With You
Whitesnake - Love Ain't No Stranger
Extreme - More Than Words
Glee Cast - Don't Stop Believin'
Mamma Mia Cast - Gimme! Gimme! Gimme!
Danny Elfman - Reamins of The Day
New Order - Blue Monday
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Como sempre, se tiver qualquer dúvida, ou quiser pedir alguma música, basta me mandar um e-mail
terça-feira, dezembro 08, 2009
Mood of The Day!
Phoenix - Rome
Who's the boy you like the most
Is he teasing you with underage?
Could he be waving from a tropical sunset?
Static silhouette somehow
Single in his bed someday
Quiet till it falls, falls, falls
Rome, Rome, Rome, Rome
Focus looking forward the colosseum
Oh no! What did I say? What can I say?
Rome, Rome, many tears have fallen here
I'll be driving, you look the other way
It ain't easy to ignore
When your shutters are open all the way
When it's candlelight I see I go insane
Distant silhouette somehow
We shared a cigarette somewhere
Addict till it falls, falls, falls
Rome, Rome, Rome, Rome
Focus looking forward the colosseum
Oh no! What did I say? What can I say?
Rome, Rome, many tears have falling here
I'll be driving, you look the other way
Always and forevermore
I call to say I'm on the way
2000 years remain in a trash can
Let burn the cigarette somewhere
Ashes till it falls, falls, falls
I stand outside under broken leaves
I know I can't do without
The future's trying to wait
I've never loved you
And if I loves you
I wouldn't say that I'm sorry oh no
I stand outside under broken leaves
Always and forevermore
We're together dead and lonely
I thought I couldn't do this without you
Single in his bed somewhere
Ashes till it falls, falls, falls
quarta-feira, novembro 25, 2009
terça-feira, novembro 24, 2009
Remakes e Reprises

Por mais que nos esforcemos, nossa vida é uma eterna seqüência de reprises e remakes. Vivemos um dia atrás de outro, com a crença de que podemos fazer o presente especial, mas em geral, acabamos nos acomodando e deixando pra amanhã. Assim seguimos repetindo ou refazendo tudo que já vivemos.
Até os 20 anos não, o ineditismo é inerente a nossa pequena experiência. Temos muito o que aprender, conhecer, e realmente podemos dizer que boa porcentagem de nosso tempo livre é repleto de dias realmente especiais. Nossos primeiros. Beijos, empregos, fracassos, amores.
Se você tem menos de 20 anos, e não está fazendo nada de melhor, encare isso tudo como qualquer conselho de uma pessoa mais velha. Ou seja, ignore. Já se você tem mais de 30, está ansiosamente esperando eu contar algo que você não tenha pensado ainda, algo que resolva esse saudosismo involuntário. Bem, obviamente não vai conseguir nada desse tipo aqui.
Voltando ao ponto. Reprises e remakes. Os conceitos são bem conhecidos. Reprise é apenas a repetição do que já foi feito. O jantar naquele restaurante ótimo que você conheceu por acaso, o fim de semana naquela pousada em Camburi que você achou na internet ou aquela aflição quando acha que tem alguma TV ligada em casa. Mesmo sabendo que já a desligou.
Remakes são novas versões do que já foi feito. Os atores são diferentes, quem sabe o mocinho do antigo é hoje seu pai, talvez a locação tenha mudado de uma cidade para outra, mas em sua essência, a história é a mesma, os personagens e o fim principalmente. Assim é praticamente tudo que achamos estar fazendo de novo em nossas vidas. Aquela vaga na multinacional que você sempre quis, aquele caso que começou em boteco sujinho no Centro ou aquela balada hiper-ultra-mega-blaster-hipada que abriu no bairro da moda. Convenhamos, você sabe que é um remake.
Mas eu concordo, existem algumas coisas realmente novas na vida de quem tem mais de 20. Algo que vivemos e não temos parâmetros próprios, algo para qual não temos o “driver”. Podemos falar que ter o primeiro filho é algo realmente novo. Se tiver muita sorte, quem sabe só veja uma pessoa querida morrer depois dos 20. Se tiver sorte. E quem sabe você ainda não tenha vivido um grande amor. Azar.
Mas, ainda que existam sim, coisas novas na vida de um recém adulto, elas são raras e você tem que ter muito peito para encontrá-las. Criar oportunidade para isso sem cair no “conto do remake” é muito difícil. E a razão é que se você ainda não fez alguma coisa até os 20, é porque você tinha fortes razões para isso. Medo, pavor, preconceito. Todo tipo de grande paradigma conquistado durante sua criação.
O truque para não se incomodar com isso eu não preciso ensinar a ninguém. Todos nós sabemos bem qual é. É acreditar que já temos o que queremos, é crer que remakes são inéditos e curtir as reprises fingindo ter esquecido aquela história. Fingindo estar vivendo algo pela primeira vez. Se você não é dos que para pra pensar no que está fazendo até que funciona.
segunda-feira, novembro 16, 2009
sexta-feira, novembro 13, 2009
ATENÇÃO! DJKast em novo endereço.
Com a mudança tive que mudar mais uma vez o feed pro iTunes. O antigo continua valendo, mas apenas para os programas passados. Todos os novos estarão no feed novo.
Então me desculpem o incomodo, peguem caneta e papel e anotem:
A página principal do DJKast é: http://www.krisarruda.com.br/DJKast/DJKast.html
Para Ouvir todos os programas vá para: http://www.krisarruda.com.br/DJKast/Archive.html
Para adicionar o feed no iTunes e não precisar mais pensar no assunto o endereço é esse: http://feeds.feedburner.com/djkast
O Feed, que é o que dá mais trabalho pra vocês, garanto que não vou mais mudar, ou pelo menos, nunca mais vou pedir para mudarem.
Espero que me perdoem e que valha a pena. Saibam que eu faço com o coração, e considero vocês pra caralho. Amo vocês porra. Snif Snif...
quinta-feira, novembro 12, 2009
DJKast #043 - The Good, The Bad, The Beautiful.

We're Alive! Voltamos com um DJKast fresquinho feito pão ás 5:30 da matina. Neste programa contamos com a ajuda de três moçoilas bem diferentes, mas as amo igualmente. O segundo bloco é deja vu, coisas novas que parecem velhas, e o flash tem incríveis 7 minutos e meio de música.
Espero que gostem.
Rolaram:
Lily Allen - Not Fair
Taylor Swift - Lovestory (Digital Dog Radio Mix)
Kylie Minogue - 2 Hearts
Jace Everett - Bad Things
Delta Spirit - People C'mon
She and Him - Why Do You Let Me Stay Here?
Company B - Fascinated (Ultimix)
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Mood of The Day!
Ah, ela é a Zooey Deschanel, e eu nem vou falar nada sobre...
She and Him - Why Do You Let Me Stay Here
quinta-feira, outubro 29, 2009
Mood of The Day!
Delta Spirit - People C'Mon
I'm a wandering soul
I got no place of my own
Well I got nothing to give
Well I got nothing to show for it
And I'll be wondering all, for all my years
What I become no one could know
If you're feeling what I'm feeling c'mon
All you soul searching people c'mon
And I got something to say my friends
I will never lay down without a fight
And when I die it will be the day
When every one of my wrongs will be made right
Only times gonna heal my pain
Lord knows the mistakes I will make
Yeah there'll be peace on my soul someday
Reconside I'll be on my way
And I'll be wondering all, for all my years
What I become no one can say
If you're feeling what I'm feeling c'mon
All you soul searching people c'mon
Oh no, if you're feeling what I'm feeling c'mon
All you soul searching people c'mon
And I'll be wondering all, for all these years
What I become no one could know
If you're feeling what I'm feeling c'mon
All you soul searching people c'mon
quarta-feira, outubro 21, 2009
Mood of The Day!
Radiohead - High and Dry
Two jumps in a week, I bet you think that's pretty clever don't you boy.
Flying on your motorcycle, watching all the ground beneath you drop.
You'd kill yourself for recognition; kill yourself to never ever stop.
You broke another mirror; you're turning into something you are not.
Don't leave me high, don't leave me dry
Don't leave me high, don't leave me dry
Drying up in conversation, you will be the one who cannot talk.
All your insides fall to pieces, you just sit there wishing you could still make love
They're the ones who'll hate you when you think you've got the world all sussed out
They're the ones who'll spit at you. You will be the one screaming out.
Don't leave me high, don't leave me dry
Don't leave me high, don't leave me dry
It's the best thing that you've ever had, the best thing that you've ever, ever
had.
It's the best thing that you've ever had; the best thing you've had has gone away.
Don't leave me high, don't leave me dry
Don't leave me high, don't leave me dry
Don't leave me high, don't leave me high
Don't leave me dry.
sábado, outubro 10, 2009
quinta-feira, outubro 08, 2009
525.600 minutos.

É esse o tempo que me resta de vida. Fui lá no medico e o danado sentenciou. Um ano. Nem um dia a mais ou a menos. Engraçado como nunca temos 3 meses e 22 dias de vida. Sempre 1 ano ou 6 meses. Dei sorte.
Após o baque, chororô e revolta cheguei ao momento que todos chegamos quando temos um ano de vida. E aí? O que farei com o tempo restante? Afinal, tendo prazo de validade, nem presunto fica parado. Rapidinho vira mistura para omelete.
Comecei a pensar em tudo que queria fazer antes de morrer. Tudo que não poderia fazer falta na minha experiência de vida. Rapidamente percebi que “Ter”, não seria um verbo recorrente na lista. Qual o valor em ter algo quando o calendário é uma contagem regressiva para transformação em pó? O máximo que pode-se almejar nessa situação é uma urna, ou um caixão bacana daqueles dos filmes americanos.
A lista, no meu caso, começou com lugares e eventos que sempre desejei presenciar, experimentar. O primeiro foi assistir uma aurora boreal. Aquele fenômeno que acontece perto dos pólos, onde partículas de “sei lá o que” se chocam com a atmosfera e criam luzes no céu similares a grande parte dos protetores de tela do mundo. É besta? Talvez, mas eu sempre quis.
Egito. Sempre foi um dos lugares que quis visitar. Apesar de só ter ido para os Estados Unidos a vida inteira, e não ser fanático por velharia, conhecer as pirâmides é necessário. Pelas dimensões, pelos credos, por ver exatamente a mesma coisa que humanos de quatro mil anos atrás viram.
A lista de lugares cresceu e percebi que teria que planejar uma volta ao mundo. Tudo bem. Um ano.
Enquanto planejava, podia ir agilizando as coisas que podia fazer por aqui mesmo. Saltar de paraquedas, dirigir uma Ferrari, me apresentar para um grande público e curtir o aplauso. Entre outras coisas.
Conforme a lista foi tomando forma, percebi que grande maioria dos itens poderiam ter sido realizados há anos. Me perguntei porque nunca os realizei e imediatamente identifiquei os suspeitos usuais. Falta de tempo e dinheiro.
Gente morrendo fica impiedosa (honesta) com sigo mesmo e com o mundo, portanto logo percebi que gastei muito dinheiro com besteira e muito tempo com...bem....com nada. As únicas “faltas” que poderiam ser culpadas por eu nunca ter realizado esses grandes desejos da minha vida eram a falta de vergonha na cara e de força de vontade.
Mas, eu estou morrendo, vinte minutos já se foram, não podia perder mais tempo.
No dia seguinte da terrível consulta ia pra Boituva, saltar de paraquedas, e logo depois já estava agendado o aluguel de uma Ferrari 430 pra passar o feriado. Mês que vem começaria minha volta ao mundo, o cronograma ia respeitar as melhores épocas de cada local. Na mala, algumas peças de roupa e só. Sem computador, sem celular. Não podia perder tempo. Lá se foi mais um minuto.
Percebi então como tive sorte em ser sentenciado de morte. Em saber que daqui há um ano não poderia fazer mais nada disso. Podia aproveitar enquanto há tempo, por mais que não fosse muito. Fiquei feliz em ter tido essa sorte, imagina só se esse fosse apenas um texto fictício, onde percebo que não estou vivendo e tenho grande chance de continuar culpando a falta de tempo e dinheiro pelas minhas frustrações.
* Este texto foi inspirado pelos dois filmes abaixo.
E essa é a excelente música que "cedeu" o título a esse texto.
segunda-feira, outubro 05, 2009
quarta-feira, setembro 30, 2009
Sentimental eu sou...

Macho que é macho não chora. Mas com Macho Moderno não é bem por aí. E problema da mulher que não gostar. Se você é homem e também se incomoda com isso, não dou a mínima. Eu choro muitas vezes como uma criança, outras só marejo, mas tem vezes que são realmente constrangedoras. Abro o berreiro, fazendo careta e tudo. Por que? Porque sim.
Se tem uma coisa que o Macho Moderno aprendeu é que segurar os sentimentos é inútil. Não sei se foi a liberdade, a pressão ou os roteiristas de seriados que melhoraram, mas atualmente, cada vez mais e mais homens deixam correr as lágrimas quando sensibilizados por algo.
Sinto isso há anos, mas como com muitos assuntos, só me sinto a vontade em falar sobre, quando o papo chega a mesa de bar. Para minha surpresa, meus amigos mais mamutes confessaram abertamente que sim, dependendo do comercial de margarina, saem choramingando pro banheiro fingindo cisco no olho.
O processo pra mim ocorreu há uns bons 6-7 anos. De uma hora pra outra comecei a sentir esse aperto no peito, que cada vez mais rápido sobe para os olhos. A época coincide com meus primeiros passos em direção a adultescência, a estar por mim mesmo, a pagar por minhas escolhas.
O choro do macho Moderno nada tem a ver com fragilidade, ou feminilização. Ainda saímos de uma reunião em que tomamos uma comida com raiva, ainda mandamos pro inferno quem nos ofende e dizemos coisas impublicáveis quando nos cortamos abrindo uma lata.
É a empatia que nos pega. É enxergar em outros algo que nos atingiu, é presenciar um sonho nosso, realizado por alguém, é saber que alguém fez o que não temos coragem de fazer.
Não contando “Coração Valente”, que até o Predador choraria assistindo, não me emocionei com nada em minha adolescência. As coisas eram legais ou chatas. Boas ou lixo. Não possuía repertório, não havia construído meus valores, não sabia ainda que meus sonhos eram sonhos.
Só uma coisa me fazia chorar quando menor e acredito que fará para sempre. O amor. Em relação a isso nunca poupei lágrima. Sempre que senti vontade me acabei, tentei expelir lágrimas como se pudesse esvair junto todo aquele sentimento. Fosse para me livrar dele ou contagiar outros.
Esse choro eu cultivo pra sempre, e quem disser que nunca chorou é porque nunca sentiu algo intenso como o que já senti. E por vocês, eu choro.
DJKast #043 - No topo do mundo.

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segunda-feira, setembro 21, 2009
O Almanaque!

É isso. Depois de anos na batalha, os Cronistas Reunidos finalmente
serão autores publicados.
O Almanaque do Macho Moderno (título que deu origem ao nome do meu
blog) terá grande lançamento no dia 01 de Outubro de 2009. Um pequeno
passo para os Cronistas, um gigantesco passo para quem mora longe do
Shopping Morumbi.
Portanto, em breve colocarei por aqui mais detalhes do evento. Por
ocasião do lançamento, o endereço www.machomoderno.com.br será
cedido para promoção do livro por um tempo. Mas não se desesperem, o
blog continuará atendendo no antigo endereço,
machomoderno.blogspot.com
Por agora é só. Aguardem por mais detalhes em breve.
UPDATE:
A partir de amanhã, quando vocês acessarem www.machomoderno.com.br já cairão na página de promoção do livro. Portanto, por esse período acessem o blog por http://machomoderno.blogspot.com
sábado, setembro 19, 2009
DJKast #042 - I'll let you finish...

O programa dessa semana está tão bom que não aguentei e tive que soltar no sábado mesmo. O primeiro bloco relembra o início dos anos 90, quando tudo que tocava vinha de Seattle. O segundo traz novidades boas, com participação especial do Kanye "Jackass" West. Espero que gostem!
Rolaram:
Pearl Jam - Even Flow
Stone Temple Pilots - Wicked Garden
Screaming Trees - Nearly Lost You
Jay-Z - Empire State of Mind
Mr Hudson - Supernova (Feat. Kanye West)
MIKA - We Are Golden
Betty Boo - Where Are You Baby
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segunda-feira, setembro 14, 2009
DJKast #041

41 está aqui. Programa bom com pops de rádio e um revival das músicas que fizeram das batidas quebradas ( al la Timbaland) o sucesso que é hoje. Espero que gostem.
Rolaram:
The XX - Shelter (Them Jeans Drum Edit)
Kings of Leon - Use Somebody
Madonna - Celebration
Pink - There You Go
Usher - My Way
Ludacris - Number One Sopt
Chocolate - Ritmo De La Noche
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PS: A imagem não quer dizer nada.
sexta-feira, setembro 11, 2009
terça-feira, setembro 08, 2009
Sejamos todos Supernovas.

Supernova é o nome dado aos corpos celestes surgidos após as explosões de estrelas com mais de 10 massas solares, que produzem objetos extremamente brilhantes, os quais declinam até se tornarem invisíveis. Em apenas alguns dias o seu brilho pode intensificar-se em 1 bilhão de vezes a partir de seu estado original, tornando a estrela tão brilhante quanto uma galáxia, mas, com o passar do tempo, sua temperatura e brilho diminuem até chegarem a um grau inferior aos primeiros.
A explosão de uma supernova pode expulsar para o espaço até 9/10 da matéria de uma estrela. A partir daí, uma sequência de eventos promove o colapso total da estrela, dando origem a uma singularidade no espaço-tempo, conhecida como Buraco Negro, cuja Velocidade de Escape é um pouco maior do que a velocidade da luz.
Os dados científicos, se passarem batido, são apenas dados. Informaçoes irrelevantes ao dia-a-dia de pessoas comuns como eu e você. Mas se pararmos um segundo para refletir, veremos que esse papo de sermos feitos de poeira das estrelas, de vez em quando até que faz sentido.
Não é difícil fazer o paralelo entre nossos astros cheios de luz e nossas próprias vidas mundanas. A partir do momento que consideramos nossos relacionamentos, feitos, indivíduos como objetos e eventos brilhantes, nos indentificamos com as supernovas.
Nascemos assim, brilhantes, explodindo para nosso próprio universo, e desde desse momento, lentamente vamos apagando, nos consumindo. Esse é nosso ápice, ninguém faz nada maior do que nascer, todo o resto é consequência. Por mais que briguemos, por mais que façamos a diferença, nada é mais impressionante do que começar a existir.
Poderia falar sobre todos as ramificações de nossas existência, apontando sempre um momento que ofusca todos os outros. Como sempre, prefiro falar sobre as relações humanas, razão pela qual não nos extinguimos de vez, logo após nascer.
Em todos nosso relacionamentos, basta pararmos um segundo pra pensar, podemos identificar esse momento. Seja um primeiro beijo, uma tarde na praia, uma ligação na madrugada. São esses pequenos instantes que nunca conseguimos esquecer, que com sua luz ofuscante nos marcou como fossemos negativos.
Não adianta brigar ou espernear, perfeito mesmo, só esses instantes, que ás vezes duram milisegundos, quando com sorte, alguns minutos. O resto é apenas uma grande torrente de imperfeição, em intensidades diferentes.
Isso não é motivo para tristeza ou depressão. A busca desses momentos, tem seu brilho próprio e ascendente. Por mais que não ofusquemos toda uma galáxia, por mais que não tenhamos a sensação que o universo inteiro nos admira, sabemos que estamos ali, grudados no firmamento, esperando nosso grande momento, para depois aceitar as leis da “física” e começarmos a nos apagar.
Somos todos buracos negros em potencial, prontos para transformar tudo de bom que expelimos em destruição própria, inconformados com a aparente falha de constituição.
Mas querer brilhar mais que toda uma galaxia, pra sempre é pedir demais. É querer ser Deus, é pretender ser a força mais absoluta do universo. Aceitemos nosso papel no espaço, o papel de compor um universo, esse sim perfeito, em que, por nossa sorte, temos a opção de ser pequenas estrelas anãs, quase insignificantes, temorosas em brilhar demais sabendo do destino de quem brilha, ou lutamos para sermos supernovas, que tem os dias contados, mas dias que farão a diferença. Para toda uma galáxia.
Para mais "insights" e outras pérolas de filosofia barata, me siga no Twitter.
segunda-feira, agosto 31, 2009
sexta-feira, agosto 28, 2009
quarta-feira, agosto 26, 2009
DJKast #040

No programa de número 40 lançamentos, pop, alternativo, velhas. Um pouco de tudo. Contando com a colaboração do ouvinte/amigo Shury que mandou o Flash da semana. Espero que gostem.
Rolaram:
David Guetta (Feat. Kelly Rowland) - When Lova Takes Over
Cobra Starship (Feat. Leighton Meester) - Good Girls Gone Bad
Muse - Uprising
Coldplay - Life in Technicolor II
The XX - VCR
Arcade Fire - Wake Up
Underworld - Born Slippy
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Preciso de você esta noite.

Qualquer pessoa razoavelmente sociável tem uma mão cheia de pessoas para quem pode dizer esta frase e ser prontamente atendido. Seja numa tarefa simples, ou no momento mais complicado de sua vida, alguma destas 5 pessoas te ajudarão. Quem sabe não todas, quem sabe não sempre, mas alguém estará lá.
São estes que podem ser chamados de melhores amigos. Sejam cônjuges, pais, filhos ou só amigos mesmo. São essas 5 pessoas, ás vezes um pouco mais, outras menos, que você sempre poderá contar. Essas 5 pessoas, ao longo da vida, logicamente são rotativas, mudam-se as famílias, colégios, trabalhos, interesses. Mas elas estão sempre lá, simbolicamente.
Mas chega uma hora em que você fica mais exigente, mais carente, e não quer mais ter que dizer nada. Quer que as pessoas simplesmente estejam lá esta noite, e a próxima, e a próxima, etc.
É a nossa possessão talvez que nos faça desejar alguém exclusivamente seu, dando em troca o mesmo tipo de comprometimento. Queremos simplesmente não ter que nos preocupar em pedir socorro. Queremos sentir que nunca mais estaremos sozinhos. Só sentir, pois estamos. Sempre.
São estes que podem ser chamados esposos e esposas. Sejam juntados, casados no papel, namorados de longa data. O rotulo em si é bobagem, já discriminei muito os juntados, achando que casamento válido apenas com presença de juiz e padre. Mas isso tudo é uma grande bobagem. O único pré-requisito para ser esposo ou esposa é este. Estar lá. Junto. Mesmo que a distância.
Assim sendo já coloquei no passado a exigência de festa, contrato ou juramento. Só quero encontrar alguém que compartilhe da mesma visão que eu. O que obviamente é muito mais difícil.
No dia que (se) eu encontrar não vou precisar de aliança, casa ou permissão. Só vou falar uma vez, mas com a maior sinceridade possível que eu preciso dessa pessoa. Não essa noite, não esse mês. Apenas preciso. E pra selar de vez a nova fase ajoelho e pergunto: “Quer estar comigo? “
segunda-feira, agosto 17, 2009
quarta-feira, agosto 12, 2009
O preço de ser diferente.

Ser diferente não é fácil. Na verdade até é, basta deixar-se levar por seus verdadeiros desejos e instintos e pronto. Lá está você, fazendo, usando, amando, diferente de todos os outros. Mas não existe bônus sem ônus.
Ser diferente implica na desconfiança, desrespeito, imcompreensão de todos que são “normais”. Assim com aspas mesmo. Porque bem sabemos que ninguém é normal. Pode até posar disso se adequando às condutas socialmente aceitas, mas em algum momento, viajando, na hora da raiva, na cama ou que seja no inconsciente, é uma aberração. Como todos nós.
Não tem como fugir disso, com universos, costumes, lições que temos e vivemos ao longo da vida, nos tornamos seres verdadeiramente únicos. Cada um com sua tabela de referencias, parâmetros e objetivos. Porém, nos dividimos em dois grupos, aqueles que entendem e aceitam isso. E aqueles que são covardes.
Esqueçamos os covardes por enquanto. Voltemos aos diferentes.
O preço de ser diferente é alto, como de todas as coisas que realmente tem valor. E pagamos com privações. Não podemos ir a certos lugares, atuar em certas áreas e se relacionar com certas pessoas.
Por saber há tempos que o mundo é injusto e cada um tem o que merece, não vou choramingar aqui meus problemas. Mas questionar eu posso. Será que um dia ser diferente vai ser valorizado por todos, será que um dia as pessoas vão perceber que TODOS somos diferentes, e que não podemos esperar ou cobrar atitudes condizentes com nossos valores?
Ao que parece não, ainda vivemos pelas leis da pré-história, manda quem pode, obedece quem tem juízo, enfim quem tem a maior tora cobra o que quer, ainda que as toras tenham sido substituídas por dinheiro, cargo, influência ou coisa parecida.
Saudade das toras tradicionais.
sexta-feira, agosto 07, 2009
DJKast #039

Os temas voltaram. Senti tanta falta deles. E o DJKast #039 traz os bad boys and girls para a arena. No primeiro bloco, clássicos do Rock, no segundo as meninas cheias de atitude, mas que no fundo são apenas românticas. No fim um heresia, em vez do flash tradicional, um música recente. Espero que gostem.
Rolaram:
AC/DC - Jailbreak
Kansas - Carry On Wayward Son
Sex Pistols - Anarchy In The U.K.
Pink - Please Don't Leave Me
Hole - Malibu
No Doubt - Don't Speak
Dash Berlin - Man On The Run
PS: Minha pronúncia de "Kansas" foi muito Gay!
PPS:Pra quem Se interessar, o podcast do Tiesto está aqui.
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