Mostrando postagens com marcador universo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador universo. Mostrar todas as postagens

terça-feira, setembro 08, 2009

Sejamos todos Supernovas.


Supernova é o nome dado aos corpos celestes surgidos após as explosões de estrelas com mais de 10 massas solares, que produzem objetos extremamente brilhantes, os quais declinam até se tornarem invisíveis. Em apenas alguns dias o seu brilho pode intensificar-se em 1 bilhão de vezes a partir de seu estado original, tornando a estrela tão brilhante quanto uma galáxia, mas, com o passar do tempo, sua temperatura e brilho diminuem até chegarem a um grau inferior aos primeiros.
A explosão de uma supernova pode expulsar para o espaço até 9/10 da matéria de uma estrela. A partir daí, uma sequência de eventos promove o colapso total da estrela, dando origem a uma singularidade no espaço-tempo, conhecida como Buraco Negro, cuja Velocidade de Escape é um pouco maior do que a velocidade da luz.

Os dados científicos, se passarem batido, são apenas dados. Informaçoes irrelevantes ao dia-a-dia de pessoas comuns como eu e você. Mas se pararmos um segundo para refletir, veremos que esse papo de sermos feitos de poeira das estrelas, de vez em quando até que faz sentido.

Não é difícil fazer o paralelo entre nossos astros cheios de luz e nossas próprias vidas mundanas. A partir do momento que consideramos nossos relacionamentos, feitos, indivíduos como objetos e eventos brilhantes, nos indentificamos com as supernovas.

Nascemos assim, brilhantes, explodindo para nosso próprio universo, e desde desse momento, lentamente vamos apagando, nos consumindo. Esse é nosso ápice, ninguém faz nada maior do que nascer, todo o resto é consequência. Por mais que briguemos, por mais que façamos a diferença, nada é mais impressionante do que começar a existir.

Poderia falar sobre todos as ramificações de nossas existência, apontando sempre um momento que ofusca todos os outros. Como sempre, prefiro falar sobre as relações humanas, razão pela qual não nos extinguimos de vez, logo após nascer.

Em todos nosso relacionamentos, basta pararmos um segundo pra pensar, podemos identificar esse momento. Seja um primeiro beijo, uma tarde na praia, uma ligação na madrugada. São esses pequenos instantes que nunca conseguimos esquecer, que com sua luz ofuscante nos marcou como fossemos negativos.

Não adianta brigar ou espernear, perfeito mesmo, só esses instantes, que ás vezes duram milisegundos, quando com sorte, alguns minutos. O resto é apenas uma grande torrente de imperfeição, em intensidades diferentes.

Isso não é motivo para tristeza ou depressão. A busca desses momentos, tem seu brilho próprio e ascendente. Por mais que não ofusquemos toda uma galáxia, por mais que não tenhamos a sensação que o universo inteiro nos admira, sabemos que estamos ali, grudados no firmamento, esperando nosso grande momento, para depois aceitar as leis da “física” e começarmos a nos apagar.

Somos todos buracos negros em potencial, prontos para transformar tudo de bom que expelimos em destruição própria, inconformados com a aparente falha de constituição.

Mas querer brilhar mais que toda uma galaxia, pra sempre é pedir demais. É querer ser Deus, é pretender ser a força mais absoluta do universo. Aceitemos nosso papel no espaço, o papel de compor um universo, esse sim perfeito, em que, por nossa sorte, temos a opção de ser pequenas estrelas anãs, quase insignificantes, temorosas em brilhar demais sabendo do destino de quem brilha, ou lutamos para sermos supernovas, que tem os dias contados, mas dias que farão a diferença. Para toda uma galáxia.

Para mais "insights" e outras pérolas de filosofia barata, me siga no Twitter.

domingo, maio 27, 2007

Palpitando.

Entre as competidoras posso destacar minhas favoritas. A perder. A Miss Malaysia segue a velha escola oriental das trakinas. A Miss jamaica me lembra bem o vocalista de um grupo de reggae que assisti em Kingston. A Miss Tanzânia é careca. Será que é das carecas que os homens da Tanzânia gostam mais?

Minhas favoritas tem etnias bem distintas, mas não por ser politicamente correto. Questão de gosto mesmo. São elas: Venezuela, Japão, Índia, Espanha e Brasil. Correndo por fora o Paraguai e o México.

A Venezuela tem muita tradição, localmente os concursos de Miss são uma febre quase doentia. Por isso são profissionais na fabricação de Misses. Sempre chegando as 10+ pelo menos. Tem ao seu favor o know-how da velha escola, mas isso está mudando.

O Japão vem muito bem representado, não tanto como no ano passado quando chegou as finais sendo injustamente preterida por outras competidoras de nível mais baixo. OMiss Japão novamente aparenta pertencer a nova escola de Misses que timidamente vem ganhando espaço nos concursos. A nova escola traz mulheres menos artificiais, deixando para trás aquele visual de boneca Susi. Ainda assim, a nova escola não deixa o glamour de lado, se encontra entre as velhas Misses e as modelos de passarela. Cada vez mais semelhante a aquela garota da sua escola que você nunca teria alguma chance.

Acompanhando essa nova tendência aparecem a interessantíssima Miss Índia, a estonteante Miss Espanha e a nossa querida Natália, representante do Brasil na competição. Uma das melhores dos últimos anos.

Correndo por fora estão México e Paraguai. México por estar jogando em casa, se os juízes forem fracos e se intimidarem podem acabar elegendo a prata da casa. Já a representante guarani não se destaca por sua beleza ou escola, mas tem aquele atributo importantíssimo que não se ganha, se tem. O Missability. A simples naturalidade em ser Miss.

Quem vai ganhar nós não sabemos, se a velha escola vai prevalecer como no ano passado ou se a nova escola vai mostrar as caras, iniciando uma revolução no mundo da beleza feminina. O importante é que nessa competição, o jogo nunca é sem graça.


Que Orgulho!


Made in Japan.


Olha! Um MM!

Uma Noite Mágica.

O Evento mais esperado do ano está chegando. Amanhã, dia 28 de Maio de 2007, a Cidade do México vai tremer. Mais uma vez.

Será escolhida a mulher mais bonita do Universo. Analisando quesitos importantíssimos como traje típico, traje de gala, traje de banho e a prova fatal: as perguntas. Tudo para atingir o máximo de perfeição.

Como destaques em relação aos jurados podemos salientar a participação de Ando, o personagem do seriado Heroes. Ele é o parceiro de Hiro, personagem capaz de controlar o tempo-espaço. Ele em si não tem poderes, o que mostra que os organizadores do evento não conseguiram coisa melhor. Mais uma prova é a presença de Tony Romo, quarterback dos Dallas Cowboys, jogador que fez uma bela de uma lambança na última temporada e entregou de bandeja a partida. Bem que poderiam ter chamado Tom Braid, quarterback dos New England Patriots, e namorado de Gisele Bundchen, esse sim sabe tudo de mulher.