- this is wrong, i know http://bit.ly/baaOxT // HAHAHAHAHAHAHA!!!
Problemas, divagações, aflições, dúvidas, emoções, vontades de apenas mais um Macho. Este homem moderno que ainda não achou seu lugar no mundo de hoje, mas não desiste de tentar.
terça-feira, setembro 07, 2010
Twesday.
- this is wrong, i know http://bit.ly/baaOxT // HAHAHAHAHAHAHA!!!
segunda-feira, setembro 06, 2010
DJKast #046 - Sex and The Cities

Olha só, nem eu acreditava mais que esse troço viveria de novo. Mas viveu. O programa estava quase pronto desde janeiro, faltava só a locução, então já estava até meio de bode. Mas, resolvi terminar. Sex and the cities foi o tema.
Espero que gostem.
Rolaram:
Ultraje a Rigor - Sexo
Tom Jones - Sexbomb
Justin Timberlake - Futuresex-Lovesound
Phoenix - Rome
Friendly Fires - Paris
Eric Clapton - Sweet Home Chicago
Undercover - Lovesick
Para ouvir no computador clique aqui e para adicionar no iTunes clique aqui.
Caso clicar acima não adicione o feed automaticamente no seu iTunes, para adicionar o feed "na raça", basta abrir o programa, ir na opção Advanced, daí clicar em Subscribe to Podcast e inserir esse link na caixinha: http://feeds.feedburner.com/djkast
Como sempre, se tiver qualquer dúvida, ou quiser pedir alguma música, basta me mandar um e-mail
domingo, setembro 05, 2010
Todo bailarino é viado. Ou não.
A (minha) verdade seguiu absoluta por anos, até que duas coisas aconteceram.
A primeira, uma ex-namorada, fanática por Sex and The City, me convidou a assistir junto o fatidico seriado. Eu assisti (e gostei) todas as 6 temporadas. Nos seis anos de história, dois caras da série me chamaram atenção. Um, o Mr. Big, exemplo de como um homem deve lidar e aprender com as coisas que não entendemos das mulheres.
O outro foi Aleksandr Petrovksy, um russo que a Carrie namora na última temporada. Bem, tentando não perder o foco, depois de um bom tempo, fui descobrir que quem fazia o russo era o bailarino Михаил Николаевич Барышников, também conhecido como, Mikhail Nikolaevich Baryshnikov.
Quem é da minha época deve se lembrar dele. Pelo menos do nome.
E aí? E aí que vi o cara interpretando um cara completamente hetero, e li que não precisou interpretar muito, pois o personagem era bem parecido com ele. Ok, talvez fosse uma exceção no planeta.
A segunda coisa que me aconteceu, envolvendo Ballet, foi conhecer uma bailarina. A primeira que conheci em toda a vida. E, curioso que sou, a "sabatinei" com milhares de perguntas. Ela me explicou que realmente, no Brasil, bailarino hetero é um em um milhão. Mas que fora daqui é muito diferente. Inclusive, em muitos lugares, bailarinos tem fama é de comedores. Na Rússia por exemplo. Aha!
Mas ainda assim, os trejeitos, o colã, as sapatilhas. Não tinha jeito. A prova final, fui assistir o tal do russo dançar em vídeos no YouTube. Pelo processo, fui tentando esquecer aquele bando de frescura e me atentar ao movimento, a expressão em si. O que vi, não foi graça, nem "desmunhecada". Vi precisão, força, rapidez. Vi que esse cara consegue fazer a coisa mais "gay" do mundo, de uma maneira masculina. Masculina como pregar tábuas? Óbvio que não. Mas ainda assim.
Dê uma olhada se vocês conseguem enxergar o que eu enxerguei.
Pobre Gregory Hines, tentando acompanhar.
sábado, setembro 04, 2010
terça-feira, agosto 31, 2010
Twesday.
- Colecionar é se escravizar.
- 500 dólares é barato por ela. http://bit.ly/9clXen (pena que não tenho 500 dólares)
- Os milagres da "Tela Verde" no seriado John Adams. http://ow.ly/2wtWE
- Qdo um smoking tem um evento especial pra ir, sabe o que ele veste? O George Clooney.
- O certo seria dizer "o velhinho com osteoporose subiu no telhado". Dai sim a situação seria grave.
- Mulheres, dane-se se vcs tem celulite ou estrias, nós nos preocupamos mesmo é se vcs tem senso de humor.
- E o http://www.votoaberto.com.br falou que devo votar no Ivan Valente. Mas PSOL não dá. Então fico com Arnaldo Madeira.
- "Se tiver de escolher entre o amor e a individualidade, opte pelo segundo." http://bit.ly/9BZRHe #temqueler
- "Yeah, I know, it's Hollywood tres chic to spend a million dollars to look homeless." // Do genial editor de Egotastic.
- Há uma fina linha entre a dúvida e dívida.
- Saiu o novo episódio de Put This On. http://vimeo.com/14389316 O (ótimo) programa sobre como se vestir.
- Li um texto e achei uma merda. Dai vi que era do Verissimo. Li de novo. Achei bom. Tenho vergonha de mim mesmo.
- “@cronistas: A Miss Universo 2010 foi escolhida => ouça podcast especial dos Cronistas Reunidos http://bit.ly/n5EZE”
segunda-feira, agosto 30, 2010
Kit Segunda
Dia desses, eu estava sentada no sofá de casa, lendo, quieta, desprevenida, quando percebi que ela foi chegando, se aproximando devagarzinho, até que se acomodou, me abraçou e ficou. Não sei se você tem isso, talvez todos nós tenhamos, uns mais, uns menos – essa companhia inesperada de uma tristeza que vem sem avisar, sem querer saber dos planos para aquele dia.
Eu me lembro de quando era criança e vinha essa tristeza, essa visita sempre muito repentina, muito exterior a mim. Eu estava brincando, feliz – até hoje, sou dessas que costumam estar felizes –, e chegava essa penetra, essa intrometida, que vinha sem avisar e também não avisava quando ia embora. E ela ficava, e meu ânimo, minha vontade, esses iam embora, e o jeito era aceitar.
Tristeza sem motivo. Aceito sem reclamar. Quando adolescente, eu tentava fugir, correr – depois voltei a aceitar, como na infância. Se a tristeza sem motivo me abraça, eu a abraço de volta, que nosso encontro é menos dolorido.
A tristeza sem motivo é interessante. É bem diferente da tristeza com motivo. Minhas tristezas com motivo, eu sempre tento curá-las com raciocínio. Pode ser vício, cálculo, pretensão. Mas eu tento e, muitas vezes, funciona. Se estou triste porque algo não deu certo, me convenço com argumentos de que foi melhor assim. Se, definitivamente, não foi melhor assim, faço um esforço para relativizar a questão. Humilho minha questão pessoal, colocando na frente dela os problemas do mundo. Envergonho minha questão temporal, esfregando na cara dela o tempo. Ou simplesmente rio da minha questão séria, fazendo pouco dela. Forço, o tempo todo, um duelo entre minha razão e meus sentimentos. Às vezes, leva tempo, mas a razão ganha. Sempre ganha. E lá estou eu, feliz de novo, felicidade nem sempre espontânea, alegria muitas vezes conquistada à força.
Mas com a tristeza sem motivo, esse método não funciona.
Não há espaço para duelos. Não há argumento que intimide uma tristeza tão pura, tão desconectada de raciocínios. Ela é tão distante de qualquer pensamento que não o entenderia, ela não se encaixa em pensamentos, ela não ri deles, ela nem os vê. Se tento argumentar, ela não me responde de volta. Se insisto, ela me abraça mais forte, me aperta, tenta me machucar. Melhor não competir. Melhor, nessas horas, deixar a hora para ela. Porque qualquer palavra é inútil, qualquer racionalização é cansativa e boba, e o tempo, afinal de contas, vai passar, e ela vai acabar indo embora, sem dizer a que veio, sem explicar se foi motivada por nada ou por todas as coisas juntas.
O bom é que, notei recentemente, a tristeza sem motivo gosta de chá quente.
Não sei a sua. A minha gosta.
Ela ignora qualquer argumento, ela não se deixa distrair facilmente por livros e filmes, ela não entende o mundo, mas se acalma com uma boa xícara de chá quente. Não cappuccino ou café: chá quente. Sopa, também. Já reparei. Ela se estressa com palavras, mas se acalma com sopa. E com abraços. Ela se sente incomodada com o mundo, mas talvez seja mais com o mundo adulto, porque aceita um gibi. Ela gosta de sol, de ar fresco. De ficar próxima à natureza – perto do mar, de um rio, uma montanha. Ela gosta, se acalma, agradece e vai embora.
Não me pergunte por quê.
Mas, como dizia Clarice Lispector, não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento… Se você costuma receber uma tristeza que não quer ser entendida, não sei. Mas eu costumo e, quando ela aparece, ofereço-lhe uma boa xícara de chá.
domingo, agosto 29, 2010
Beatificação

Todo mundo sabe, todo mundo sente, basta alguém morrer para se iniciar o processo de beatificação daquele que não está mais por aqui. Nos esquecemos, relevamos, ou nos sentimos cruéis em apontar os defeitos de quem não mais pode se defender.
Bem, eu tento não ser assim. Hoje, o primeiro cão a fazer parte da minha vida deu seus últimos suspiros. Sei que para quem não tem animais de estimação, é difícil entender a importância que esses tem em nossas vidas, mas sem medo de errar, é a mesma importância de um membro de família. Se não maior.
Cães, diferentemente de pessoas, não são capazes de fazer o mal. Por mais que ataquem, mordam, o fazem instintivamente, sem ter a mínima noção do que é certo ou errado.
Jazz era mais um cão. Como todos, o mais esperto do planeta, para seus donos, mas era um cão comum. Vendido como pinscher, cara de Fox Paulistinha, legítimo espírito de Vira-lata. Sua principal característica, gula. De porte pequeno, chegou a comer bolos, pães e seu recorde oficial, um Panettone inteiro. (Mad Respect).
Claro que essas coisas nos deixavam fulos da vida. Não faz muito tempo, ele roubou o hamburger de um Mexican Italian que havia pedido no América. E eu estava faminto. Dávamos bronca, deixávamos de castigo. Pais e filhos.
O fato é que agora, começou a beatificação do Jazz. Ele aparece em nossa memória como um lorde, o exemplo de cão a ser seguido. O que obviamente é uma bobagem. Ele era plebeu mesmo, combinava com sua família.
Então penso, porque temos essa mania de beatificar os que se vão. Sejam parentes falecidos, bichinhos ou até ex-namoradas(os) que de certa maneira, morrem em nossas vidas. Por que deixamos de lado tudo que um dia nos enervou tanto? E só lembremos dos bons momentos, das qualidades.
O primeiro raciocínio me faz acreditar que é a covardia. É a falta de sinceridade, autenticidade, de falar que um canalha vivo continua canalha depois de morrer. Mas as pequenas coisas, bem, essas me fazem pensar.
Hoje no café da manhã, após voltar do Hospital, comia lembrando de como o Jazz se apoiava em nossa perna pedindo qualquer migalhinha que fosse. Quando por acidente derrubávamos uma lasca de pão, ele ferozmente mandava goela abaixo, numa velocidade que acredito eu, beirava a 99,9% da velocidade da luz. Sério.
Lembrando de tudo isso, minha vontade era abrir a geladeira, agarrar a parte de cima da porta e traze-la abaixo deixando cair sobre o chão tudo que estivesse dentro, invadir a dispensa e arrastar com o braço esticado todos os pacotes de bolacha, macarrão e chocolates disponíveis, polvilhar o bolo Pullman que sobrava na bancada por toda a área de serviço. Tudo para que o Jazz aparecesse, devorando aquele banquete. E nós ficaríamos ali, observando sua festa, sua orgia gastronômica, percebendo que ficar bravo era besteira. Que isso não importava, que afinal a maioria das coisas que nos irritam no dia-a-dia, não vão fazer a mínima diferença no final das contas.
quinta-feira, agosto 26, 2010
quarta-feira, agosto 25, 2010
terça-feira, agosto 24, 2010
Twesday.
- Se tivesse prova de traje de banho no debate de presidenciaveis. Quem ganhava? Voto Marina!
- RT @kitsunenoir: Be warned, YOU WILL NEVER UNSEE THIS: http://bit.ly/dhsvhR
- Amigo que é amigo não precisa de saudação inicial para começar a falar.
- E meu amigo, que tem Narcolepsia sexual.
- Quando vc diminui o sal, consegue sentir o verdadeiro sabor dos alimentos. E ele é ruim.
- Qta surpresa, a palavra que mais leva ao meu blog é Megan Fox.
- “The best things in life aren’t things.” - Art Buchwald
- Eu vou votar no Claudir! http://ow.ly/2s6XQ // via @rafaeluyeda
- Ok, inspirado na idéia de @ildefonsoabad , nasceu, The Centrorialist. "Estilo" direto do Centro de SP. http://thecentrorialist.blogspot.com/
- Ri muito alto! // José Serra, o maior comedor do Brasil! http://migre.me/15xLf via @Neto @cavallini
- "Regras foram feitas para serem quebradas". Na verdade não, o nome disso é biscoito da sorte.
segunda-feira, agosto 23, 2010
terça-feira, agosto 17, 2010
Twesday.
Ok, essa é uma experiência. Toda terça-feira vou postar aqui uma seleção dos tweets mais bacanas da semana. Sejam de autoria minha ou de pessoa que sigo. Vamos ver se rola.
- Nao falar "eu avisei" é muito mais difícil que não coçar catapora.
- Se vc está adiantado, está no horário. Se está no horário, está atrasado. / via @youareagrownman
- Um documentário sobre ser feliz. http://youtu.be/JcMQmuvzPmI
- BoHe-Man Rhapsody http://www.youtube.com/watch?v=aeFH-QoAPCk
- Esse japa faz umas motos com uma pegada steampunk. Maravilhosas. http://bit.ly/bKgpMX #WANT
- Quão legal é esse vídeo de casamento? http://vimeo.com/13479182
- RT @FrasesDoCalvin: Tem dias que nem minha cueca de espaçonave da sorte consegue melhorar...
- Ela: "Meu namorado não veio pq dá aula amanhã." e eu crente que o cara era professor. #personaltrainer
- Tiffanny é que nem puteiro. Vc não entra só pra ver. (via Gui.)
- "Namoro a distância é bom pros quatro." Genio! // via @thiago128 @meninaquejoga @gabibianco
- Hj vou tentar de novo, pq sou brasileiro, e superestimo minha capacidade.
- Duvido que o Bill Gates chegaria onde chegou, se aos 15 anos tivesse um monte de mulher querendo dar pra ele.
sexta-feira, agosto 13, 2010
quinta-feira, agosto 12, 2010
quarta-feira, agosto 11, 2010
terça-feira, agosto 10, 2010
Na alegria, na saúde, na riqueza e tá bom assim.

Quem não conhece os famosos votos do casamento católico?
"Na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, até que a morte os separe."
Todos conhecemos, nem que pelos capítulos finais das novelas globais. O voto é bonito, simboliza parceria, cumplicidade, entrega. Mas não a toa termina com a frase “até que a morte os separe”.
Apesar de nunca ter casado, posso dizer que fora a parte da morte, já vivi sob o juramento católico. Sempre achei que isso era o certo, o bonito, o justo. E principalmente, a única opção.
Mas e se não? E se eu nao quiser viver dessa maneira? E se eu quiser dividir apenas as coisas boas. Sem egoísmo, um trato justo, você cuida de suas doenças, eu me viro com minha pobreza e nos encontramos para curtir o que temos de bom? Sem exageros é claro, sem desamparo, sem levar ao pé da letra. Afinal, se você gosta de uma pessoa nunca vai abandoná-la na doença. vai querer estar a seu lado. O mesmo serve para a pobreza, etc. Isso é bom senso.
Mas se pensarmos no voto como o símbolo de "você TEM que estar junto a mim, haja o que houver, até no aniversário da minha Tia Mirtes". O que seria se não precisássemos nunca mais aguentar a chata da Tia Mirtes? Como seria esse relacionamento?
Não, não seria bonito, mas justo sem dúvida, e certo, bem, quem somos nós para dizer o que é certo. Eu sei bem que minha concepção de certo difere muito da dos outros.
Como um exercício, pensemos na possibilidade de todos nos virarmos sozinhos, sem ninguém para ajudar por convenção ou obrigação. Sem transformar nossos próprios problemas em problemas dos outros. Em não estragar o dia do parceiro porque o nosso foi por água abaixo.
Mas você vai dizer “isso não é relacionamento”. Bem, você é burro, é sim. Afinal, se temos duas pessoas se relacionando, seja lá como for, temos um relacionamento. O modelo, sem dúvida é diferente. Mas não seria mais legal se usássemos a alegria do outro para amansar nossa tristeza? E só?
Afinal, estamos prontos para apontar o dedo na cara do outro, em gritar “egoísta” quando nosso cônjuge não quer participar de uma coisa chata de nossa vida. Mas e nós mesmos? Não somos mais egoístas ainda de querer que eles façam isso? De querer que se sacrifiquem por um capricho nosso?
Ok, se sentir desamparado num compromisso “mala” não deve ser nada legal, mas pense que a recíproca é verdadeira. Não ter que ir a algum lugar que não queiramos. Nunca mais. Ok, nunca mais é exagero, ainda trabalhamos e temos de pagar as contas. Mas de resto, somos nós mesmos quem escolhemos. (o que sempre complica as coisas).
Não decreto assim o fim do relacionamento tradicional, cheio de coisas boas e ruins. Mas apenas paro pra pensar até onde essa troca é boa, ou se apenas acaba fazendo mal e desgastando os dois e no máximo, no máximo, agradando a Tia Mirtes.
sexta-feira, agosto 06, 2010
quarta-feira, agosto 04, 2010
quinta-feira, julho 29, 2010
10 peças de roupa a que o homem não resiste.
Para cada item, indiquei uma alternativa. As alternativas são oferecidas como um meio de obter o mesmo efeito. Não me atrevo aqui em falar sobre estilo, moda ou coisa parecida.

1 - Calça de couro
Vou usar aqui minha velha máxima, retirada de um livro que não me recordo. Calça de couro é assim, se você se pergunta se pode usar, é porque não pode. Isto posto, se pode, use. O visual S&M remete a diversos ícones da sexualidade, sendo o maior deles a Mulher-Gato. Uma roupa de couro justa mostra tudo sem mostrar nada, e nada melhor do que isso.
Alternativa: Calça branca.
Sempre que possível, por favor. O salto alto ressalta as coxas, panturrilhas (palavra feia do inferno) e obviamente, a bunda da portadora. Sim, sabemos que não é confortável, mas não fomos nós que criamos isso. Na verdade fomos, mas deixa pra lá, vocês gostaram. A dica aqui é nunca tirar o salto alto. NUNCA. Graças aos produtores de filmes pornográficos de todo planeta, achamos que uma mulher pelada de salto alto é uma mulher com quem queremos fazer sexo. Na maioria das vezes.
Alternativa: Se não tiver jeito de usar salto, nunca o substitua com uma rasteirinha. Vocês podem achar o máximo, mas nós desprezamos. Use saltos baixos, sapatilhas etc.
3 – Bota
No frio, no calor, de cowboy, de montaria, por dentro, por fora. Não importa. Botas simplesmente funcionam. Todas, exceto aquela que parece um pé de bode. Mais uma vez, pelada + bota é muito bem-vindo. A combinação botas + shorts/saias costumam ser mais fatais. Muito mais.
Alternativa: Ankle boots. Não é bem uma bota, mas tá valendo.
4 – Camisa
Nada de revolucionário aqui. Apenas camisas. Daquelas que vocês sabem muito bem usar, iguais as de homem só que mais ajustadas ao corpo. Com calça jeans e botas no estilo cowgirl, melhor ainda. Mas basicamente, todas. Basicamente cabe também para o estilo da camisa. Tem que ser simples, sem muita invenção, o homem tem que entender que é uma camisa, que um homem muito pequeno, e/ou sem noção, conseguiria usar.
Alternativa: Camiseta/vestido polo.
Essa é fácil. Renda, onde puder. Lembra lingerie, que lembra pouca roupa, que lembra, bem, você me entendeu.
Alternativa: Transparência.
6 - Vestido de camponesa
Sem dúvida o item mais pessoal e subjetivo da lista. O vestido de camponesa é apenas o nome que escolhi para descrever essa peça. É aquele vestido que traveste a luxúria de inocência. Que dá a mulher aquele ar ingênuo, deixando a sua personalidade a responsabilidade de ser sensual. Um look que não deve ser nem muito conservador, nem ousado.
Alternativa: Macacão, jardineira, sei lá qual o nome daquilo.
7 - Saia Xadrez
De colegial, curta, disponível nos melhores Sex Shops de sua cidade. Por que? Porque quando éramos moleques e víamos as meninas com essas saias não pegávamos ninguém. Transportar aquele sentimento para os dias atuais, nos vinga de nós mesmos, cagões que dormíamos sozinhos aos 15 anos.
Alternativa: Boné. Com o rabo de cavalo pelo buraco de trás.
8 – Decote
Se quiser ousar, esse é melhor artifício ousado que não te arrisca a ser taxada de oferecida. Ainda que seja, e nós agradecemos. Tem que oferecer mesmo.
Alternativa: Fenda na saia/vestido.
9 - Meias compridas + Camisa do homem
Mais uma subjetiva. Essa combinação serve apenas para o pós-coito. Seu homem está preguiçoso? Acha que dez minutos de esforço são o suficiente? Experimente vestir sua camisa, meias esporte compridas e vá até a cozinha buscar água (melhor se for cerveja). Funciona como mágica.
Alternativa: Calça de pijama larga com regata, ou moletom se estiver frio.
O melhor para o final. Meias sete oitavos. Por que? Bem, primeiro porque as inteiras não são tão bonitas quando vistas inteiras. Segundo porque as sete oitavos são muito amigas de cintas-liga. Terceiro porque viabiliza, de um modo elegante, a ida “commando”. Pra você que não sabe o que é a ida “commando”, lhe explico. Ir “commando” nada mais é do que deixar de lado suas roupas de baixo. E para um homem, descobrir que a mulher está “commando”, é como descobrir, aos 17 anos, onde estão as chaves do carro do pai, num final de semana em que ele foi viajar.
Alternativa: Meia 3/4
quinta-feira, julho 15, 2010
Corte as cordas.

Não conheço muita gente que, conscientemente, goste de colocar sua vida nas mãos de outras pessoas. Por mais que sejamos inseguros e medrosos, queremos estar nas rédeas de nossas próprias vidas. Podemos uma hora ou outra pedir para alguém escolher nosso caminho por nós, mas nunca abrimos mão do poder de veto. Do direito de ir e vir. Do livre arbítrio.
Pois bem, então por que gostaríamos de dar poder sobre nossas vidas a outras pessoas? Porque deixamos que outros, que não nós mesmos, estraguem ou “façam” nossos dias? Você vai dizer, “porque vivemos em sociedade, dependemos dos outros em uma infinidade de coisas, e (ainda) não somos eremitas que moram no topo no monte Kisozinho nos alimentando de cogumelos”.
Sim, somos influenciados por pessoas que nem conhecemos, fornecedores, amigos, amigos de amigos, psicólogos, chefes, et cetera. Mas isso não quer dizer que esses sejam nossos donos, ou que sejamos simples fantoches de seus caprichos.
Sejamos nós pessoas que precisemos viver rodeados de gente ou prefiramos ficar sozinhos, estamos acompanhados constantemente. Esses que nos acompanham dificultam e facilitam nossa vida. Estouram nossos prazos ou nos falam o que precisamos ouvir naquele momento, daquela maneira em cima de um cavalo branco.
E só.
Nossas vidas são assim, pulando de dificultadas e facilitadas, mas não estragadas ou coroadas por ninguém. Ninguém deve ter esse poder. Ninguém é responsável o bastante para isso. Por isso, terapeutas sérios nunca te dizem o que você deve fazer, no máximo te fazem entender o que deve fazer.
Somos sozinhos, todos nós, felizes ou tristes, e isso depende de nós. Depende de identificarmos quem facilita e dificulta, aumentando os que nos ajudam, diminuindo os que atrapalham. Depende de sermos plenos, todo melancolia, todo frustração, todo empolgação, todo amor. Inteiros, sem ninguém meter a mão onde não é chamado.
terça-feira, julho 06, 2010
Da série: "Felicidade dos homens"
terça-feira, junho 29, 2010
quinta-feira, junho 24, 2010
quarta-feira, junho 23, 2010
segunda-feira, junho 21, 2010
quinta-feira, junho 17, 2010
quarta-feira, junho 09, 2010
O que os homens querem?
segunda-feira, junho 07, 2010
Por que os homens (e as mulheres) mentem?

A verdade é que todos querem entender a mentira. Mente quem diz que não se importa. Eu não sou diferente e sempre me pego a pensar no tema. E, pra variar, a questão é bem mais profunda do que imaginamos.
Excluindo da discussão o mentiroso compulsivo, podemos afirmar que só mente quem é questionado. Pessoas comuns não mentem sem razão, apenas omitem. Quando alguma pergunta é apresentada, rapidamente o cérebro analisa e resolve se vai dizer a verdade ou não.
Tal análise tem total relação com a natureza da pergunta. Ou o que o receptor acredita ser sua natureza. O emissor está querendo saber a verdade? Por mais estúpida que seja esta pergunta, paremos pra pensar. Será que quando queremos saber alguma coisa estamos prontos para qualquer coisa?
Me desculpe. Você estava certa. Essas calças não te deixam gorda.
O vídeo acima é hilário e machista. Mas não se irrite cara leitora, podemos citar também as três coisas que o homem precisa escutar.
Acredito em você. Você entende mais do que eu. O seu é o maior que já vi.
Se você riu ou balançou a cabeça, entre pro time. Todos vivemos fazendo perguntas para receber respostas específicas. Sejam elas verdadeiras ou falsas. Não buscamos apenas a verdade com as questões que apresentamos. Queremos conforto, transferência de responsabilidade, cumplicidade, entre outros. Não tenho estudos, mas posso chutar que em relações humanas, é minoria as situações em que queremos a verdade. E mesmo que a queiramos, não quer dizer que saibamos lidar com ela.
"You can't handle the truth"
Muito pelo contrario. Jack Nicholson tem razão, não agüentamos a verdade. Imagine se todas as vezes que perguntássemos algo, recebêssemos respostas sinceras. “Sim, você engordou”, “nossa, esse é o menor que já vi”, “não, não gosto mais de você, na verdade sempre quis mesmo o seu melhor amigo”.
Ok, já entendemos porque precisamos da mentira como receptores. Agora como emissores. Simples, mentir facilita nossas vidas e a dos outros. Se falamos apenas a verdade somos taxados de cruéis, grossos, insensíveis. Alem de ter nossa vida muito mais difícil do que a dos outros. Pior de tudo, apesar de todos dizerem que apreciam honestidade, muitas vezes é a última coisa que querem. Como num número de mágica, todos estamos aqui para ser enganados, iludidos.
A verdade é crua, e dura de engolir. Por mais que achemos que os outros sempre tem que ser honestos, não agüentaríamos um mundo assim. A verdade tem muito valor, e sim, sempre deve ser dita. Da maneira certa, no momento certo. Pronto, não precisa se indagar mais. Por isso mentimos.
quinta-feira, junho 03, 2010
terça-feira, junho 01, 2010
sexta-feira, maio 28, 2010
quinta-feira, maio 27, 2010
10 coisas que os homens podem aprender com a Mitologia Grega.

- Pandora
Prometeu era um titã, que na nossa linguagem seria um coordenador de obras. Seu irmão. Epimeteu (não pense besteira), construiu e ele checou. Na checagem, Prometeu viu que seu irmão tinha esquecido de dar uma qualidade especial ao homem. Correu até o sol e trouxe o fogo. Beleza, após terminado o trabalho, Júpiter (Deus dos Deuses) ficou puto pelo assalto ao Sol e mandou Pandora, a primeira mulher, de presente para Epimeteu. Acho que aqui vocês já sabem onde vou chegar. Epimeteu guardava em uma caixa todos os males, Pandora, como toda mulher, era curiosa. Afinal, o que Epimeteu queria tanto esconder? Abriu a caixa e libertou toda a porcaria do mundo. Sobrou lá dentro apenas a esperança. Antes tivesse escapado.
1) Portanto, não deixe sua mulher curiosa.
- Cupido e Psique
Vênus, Deusa da beleza, certo dia ficou sabendo que uma reles mortal estava sendo adorada mais do que ela própria. A beleza de Psique trazia povos de todos os lados para vê-la. A Deusa então convocou seu filho, Cupido. Ele devia ir até ela e a amaldiçoar para que nunca tivesse um marido. Pois bem, Cupido até tentou, mas sabe como é, ela era gata e Cupidão tinha o maior coração mole. Acabou se apaixonando. A história se estendeu por um bom tempo, até que Cupido recorreu ao Big Boss, Júpiter. Ele a tornou imortal e eles foram felizes para sempre.
2) Sogro e sogra não é desculpa. Se quer que dê certo, se vira.
- Eco e Narciso
Eco era uma Ninfa, amiga de Diana. Ela era linda, mas falava mais que a boca. Sempre queria ter a última palavra. Um belo dia, Diana, desconfiada do marido, foi atrás e descobriu que o safado estava a traindo com as ninfas. Eco, apara acobertar as amigas distraiu Diana com seu dom. A Deusa da Caça ficou possessa é claro, e condenou Eco a só poder repetir a última coisa que ouvisse. (Eco, pegou, pegou?). Beleza. Um dia Eco viu um gatão na floresta, Narciso. Depois de uma certa dificuldade em se comunicar com este, acabou sendo menosprezada. Narciso se achava muito bonito pra ela. Essa parte vocês já devem conhecer. Numa bela tarde, em alguma floresta da Grécia, Narciso lavando o rosto num riacho se apaixonou pelo próprio reflexo, caiu na água se afogou e gritando por socorro só ouvia Eco repetindo seus gritos de desespero.
3) Não esnobe uma mulher. Seja ela bonita ou feia.
4) Manera na vaidade. Se cuidar é uma coisa. “Dar uma” olhando seus músculos no espelho é outra.
- Édipo
Laio, Rei de Tebas, ouviu da boca pequena que seu filho recém-nascido viria a lhe tirar a vida. Entregou para um pastor matar, porém este não o fez, deixou o bebê pendurado em uma árvore. Camponeses o acharam e o criaram, lhe dando o nome de Édipo. Um dia, Édipo vinha com uma carroça de um lado, Laio, seu pai, vinha pelo outro. Rolou um stress típico de trânsito, e Édipo, nervosinho, acabou matando seu pai sem saber. Você pode perguntar: “E a mãe do moleque?”. Vamos a ela. A mãe do rebento, Jocasta, continuou em Tebas. Certo dia uma Esfinge, um monstro meio mulher, meio leão, assombrava a cidade da rainha viúva. O monstro fazia enigmas aos transeuntes, se acertassem, podiam passar, se errassem, passavam dessa pra melhor. Édipo, metidão, foi lá e acertou o enigma. A Esfinge, humilhada, se jogou do penhasco e morreu. A cidade em festa proclamou o rapaz seu novo rei, e Jocasta sua rainha. Assim seguiu até que um dia os dois descobriram o parentesco, Jocasta se matou e Édipo furou os próprios olhos e vagou pelo mundo até sua morte.
5) O mundo, como sabemos, é pequeno. Pesquise a mulher com quem está se envolvendo, ela pode ser sua prima (daí tudo bem), sua irmã bastarda (daí não) ou irmã do seu amigo. (tudo bem, se ele não lutar jiu-jitsu).
- Castor e Pólux
Os filhos de Júpiter (pra variar, todo mundo é filho desse fanfarrão) eram gêmeos e nunca se separavam. Participaram de diversas batalhas juntos, até que um dia, Castor foi morto em combate. Desconsolado, Pólux implorou ao Papai para lhe levar em vez de Castor. Como prêmio ao amor dos irmãos, Júpiter fez com que eles alternassem um dia na terra e outra nos céus.
6) Mesmo o filho único tem irmãos. Cuide dos seus, como se não houvesse amanhã. Não os largue para trás por qualquer coisa. Dinheiro, mulheres, poder, tudo isso passa.
- Baco
Adivinha de quem ele era filho? Acertou. Bem, Baco não tem muitas histórias, provavelmente por que ninguém lembra. Baco era o deus do vinho e seus cultos eram conhecidos como Bacanais. Acho que isso é o bastante.
7) Conheça bem teu vinho que merecerá o bacanal.
- Cefalo e Prócris
Cefalo, filho de Júpiter. Brincadeira, não sei quem era o pai dele não. Bem, esse rapaz, exímio caçador, era casado com Prócris, favorita de Diana. Eles era muito felizes e apaixonados. O problema foi quando Aurora se apaixonou pelo rebento. Fiel, Cefalo não cedeu a tentação, agüentou firme até Aurora desistir. Mas antes de manda-lo embora, a Deusa colocou uma praga em cima do rapaz. Tempo vai, tempo vem, um dia, tomada de ciúme, Prócris se escondeu atrás de uma árvore para descobrir quem era a amante de seu amado. Não achou nada, e após fazer barulho acabou levando um dardo no peito. Cefalo achou que era um predador.
8) Muito cuidado ao dizer não a uma mulher. Fale com jeito, não a deixe nervosa ou humilhada. Praga de mulher ferida pega.
- Perseu e Andrômeda
Perseu voava tranqüilo pelos lados da Etiópia, depois de ter cortado a cabeça da Medusa e transformado Atlas em rocha. Quando viu uma linda donzela (Andrômeda) acorrentada em uma rocha perto do mar, desceu pra bater um papo e descobriu que ela era um sacrifício oferecido a um terrível monstro marinho. O gigante de repente apareceu e sem ter muito tempo pra pensar, pediu a mão da moça em casamento e matou o bicho com um golpe entre os olhos.
9) Confie nos seus instintos. Se eles são fortes o suficientes para leva-lo a fazer uma bobagem de proporção catastrófica, provavelmente não será uma bobagem.
10) Ao encontrar monstros marinhos, sempre golpeie entre os olhos.
Glossário
Os deuses gregos tem nomes gregos e romanos. O que pode complicar bastante sua vida. Então aqui vai um rápido glossário.
Zeus = Júpiter
Jove = Diana
Atena = Minerva
Afrodite = Vênus
Poseidon = Netuno
Baco – Doinísio
* As referencias foram retiradas do livro “O Livro de Ouro da Mitologia” de Thomas Bulfinch. Recomendo muito.
quarta-feira, maio 26, 2010
terça-feira, maio 25, 2010
The "N" word.

Diz a lenda, que esquimós tem mais de cem palavras para definir neve. Nada mais natural, neve é muito importante em suas vidas. Numa terra em que tudo é azul ou branco, é essencial saber diferenciar muito bem os tipos de branco. Nós, por aqui, temos mais de cem palavras para definir relacionamentos, estes são igualmente importantes em nossas vidas, porém, nosso mundo não é definido em azul e branco.
Uma palavra nunca é só uma palavra. Por mais que o dicionário teime em cravar uma, duas ou três definições, num mundo colorido por uma imensa palheta de cores, cada indivíduo dá seu próprio tom a cada vocábulo. A partir de referências, experiências e credos, realiza-se o que a palavra significa para si mesmo. A palavra namoro, logicamente não é diferente.
Os esquimós pescam para sobrevivência, abrem um buraco no gelo e aguardam pacientemente.Assim como eles, vivemos na superfície, e quando resolvemos viver algo mais profundo, abrimos uma brecha na dura camada entre nós e o mundo. Ficamos ali, de bobeira, vendo se alguém morde a isca. Se não gostamos, devolvemos pro oceano, se gostamos, provamos. Se queremos mais, bem, aí chegou a hora de mergulhar.
Quão profundo? Para que lado? Qual a roupa certa? Inundamos nosso pensamentos de questões, analisando uma situação que na verdade não pode ser vista de fora. Só saltando pra saber se o lago da pé ou não. Então porque na hora de mergulhar sempre achamos que água está fria?
Sim, o gelo formado ao longo dos anos, embaixo de nossos pés, dá a entender que a água não está nada confortável. É fato que a superfície também sofre tempestades, que a água debaixo do gelo é mais quente. Talvez não o bastante. Talvez achemos que as nevascas geladas da superfície são menos imprevisíveis, ou que já sabemos lidar com elas.
O namoro é apenas mais uma das palavras com que definimos nossos relacionamentos, e que para cada um, tem um sentido. Para mim, o namoro seria o tipo de neve com que você constrói as fundações do seu iglu. Tem que ser densa o suficiente para agüentar a estrutura das paredes e confortável o bastante para me acolher nas noites de frio. Eu não sei quanto tempo morarei neste iglu, mas tem que ser convincente o bastante para uma vida toda.

































