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quinta-feira, janeiro 27, 2011

Macho e Consumista?

Vender moda pra homem não é simples. Não somos fáceis como as mulheres. Na verdade até somos, quando se trata de carros, motos, video-games. Mas na moda, somos mirins perto do sexo feminino. Nunca tiramos algo de uso por que saiu de moda, nem saímos correndo pra comprar o último lançamento. Mas isso não quer dizer que as grandes marcas deixem de tentar.

A Louis Vuitton usou Scott Campbell, tatuador de NY, para mostrar sua coleção masculina da próxima estação. Tudo bem sutil, chancelado por um cara coberto de tatuagens que anda de Triumph e viaja o mundo.

Isso é a Louis Vuitton, mostrando que sabe vender pra homem de verdade, sem precisar apelar.

Parte 1

Parte 2


PS: Quero o case para iPad, o dock cinza e aquela caveira tatuada nas minhas costas.

segunda-feira, abril 06, 2009

Batalha de Looks!

A Kitsune é tanto uma gravadora de novos talentos como marca de roupa, ou algo com um nome moderninho qualquer. O lance é que eles lançam músicas e moda. Daí, para divulgar ambos, eles fizeram essa batalha de looks, simpática e eficiente.



Via Hypercool

segunda-feira, março 30, 2009

segunda-feira, março 16, 2009

Aprenda a se vestir com Paul Newman. (e comigo)


Aqui você pode checar algumas dicas de moda masculina que a GQ separou para os machos do mundo. O exemplo a ser seguido é Paul Newman, que além de entusiasta do automobilismo foi um dos grandes galãs da história do cinema.

Mas antes disso eu dou dois conselhos. Primeiro, seja realmente magro. Segundo, seja razoavelmente rico.

terça-feira, setembro 16, 2008

Gravatas Skinny.

Deve fazer quase um ano que ando meio ligado em gravatas. Muito por causa das infindáveis referências da Diandra. A partir do momento que vi possibilidades de se usar gravata com apelo de estilo e não por obrigação comecei a gostar das danadas.

O problema é que não tenho tantas gravatas, e pior, skinny eu só tenho uma, presenteada pelo meu amigo e alfaite de primeiríssima Camargo. Por isso comecei a cogitar investir nessas danadas.

As gravatas skinny além de contribuir para a silhueta de cheinhos como eu, tem um ar muito mais moderno que as tradicionais, largas com cara de repartição. Ficar com cara de moderninho cool é muito mais fácil com elas.

Qual não foi minha surpresa quando encontrei a Kendi Ties, marca de roupas com uma linha muito bacana de gravatas. Todas skinny é claro, e algumas com acabamento estilo espada de samurai embaixo. Fantástico. Eu quero um monte, como faz? Vou ter que ir pra américa só pra comprar...

Vira e mexe as pessoas me perguntam porque estou de gravata numa balada. Quando digo que estou usando porque quero todos estranham. Se eu falasse que era por obrigação tudo bem né? Mundo estranho...


Via: Kitsune Noir

domingo, setembro 14, 2008

Justin Timberlake as William Rast.


Já faz um tempinho, mas agora que convenceram o homem a ser garoto propaganda o negócio promete decolar.

O mito, a lenda, o ícone Justin Timberlake desde que abandonou os cachinhos (e principalmente o N'Sync) cada vez mais, é aclamado seja lá onde se mete. Com dois albuns solo bem vendidos e criticados, cilpes super produzidos, no melhor estilo Rei do Pop, Timberlake cada vez tem mais sucesso onde se mete.

Duas das iniciativas menos conhecidas são suas performances como ator e empresário de moda. Não por muito tempo. A união dos dois ofícios promete evidenciar seus dotes artísticos e empreendedor.

William Rast é a iniciativa do cantor no mundo da moda. Com linhas femininas e masculinas a marca quer trazer o apelo fashion do ícone para as gôndolas. Receoso, até agora se recusava a ser garoto propaganda do próprio negócio, até o pessoal do marketing vir com o ótimo (e canalha) argumento. Que tal assumir o papel de um personagem? Louco pelas câmeras que é Justin topou, e com a essencial ajuda de Erin Wassom protagoniza uma série de vídeos nos papéis de William Rast (duh...) e Birdie. Um espécie de Bonnye e Clyde modernos.

Os vídeos são muito bem produzidos e prendem a atenção, com cenas bonitas e diálogos cheio de estilo. Agora resta saber se o último golpe de William Rest dará certo...


Esse é um dos vídeos. Mas clica aqui, que tem mais. Vale a pena.

PS: Justin é role-model essencial para qualquer homem que preze por sua aparência, tem um equilíbrio ótimo entre estilo e adoção de modismos. Além de sempre estar acompanhado de mulheres fantásticas. Imitem a vontade.

Via: Hypercool

sexta-feira, agosto 29, 2008

Processo de Criação

Como sou viciado em criar coisas, ainda que não seja exatamente "exemplar" em nenhuma delas, adoro ver processos de criação. De qualquer pessoa. Quando tenho a oportunidade de conhecer um pouco dos métodos de grandes empresários/artistas melhor ainda.

Marc Jacobs é um deles. Estilista mega hiper ultra hypado, comanda suas grifes próprias, Marc Jacobs e Marc. Além de trabalhar como estilista para a Louis Vuitton. Pretty Big hun?

Cruzei com esse vídeo abaixo que parece ser um pedaço e um documentário sobre ele, e gostei. Além de vermos como o cara é afetado (homofóbicos beware) podemos dar uma olhada em como ele decide o que é bom ou não, percebemos também a proporção do fashion business e a dependência de fiéis escudeiros. No caso de Marc, Joseph.



Via: Kitsune Noir

Update: O Sylvain fez a gentileza de passar aqui pelos comentários e esclarecer as coisas para esse desinformado blogueiro. O filme, Marc Jacobs & Louis Vuitton, foi dirigido por Loíc Prigent, da Vogue Paris. Em 2007 inclusive, participou do festival de Sundance. Agora preciso assistir inteiro!

quinta-feira, julho 17, 2008

My Drive Thru


Eu já falei sobre a Converse um tempo atrás, mas não comentei o fato da marca estar comemorando 100 anos em 2008. Assim, o ano está repleto de campanhas ótimas da empresa. A tônica na maioria delas é usar ícones de estilo/atitude para passar sua mensagem. A última dessas campanhas é essa aqui que conta com várias figuras "cool" do cenário musical.

Pra incrementar ainda mais, encomendaram uma música para o produtor Pharrell, que você deve conhecer de um milhão de lugares. Ele produz e interpreta junto com as maiores estrelas do rap, pop e black.

A faixa que ele criou foi "My Drive Thru", interpretada por ele mesmo junto de Julian Casablancas (vocalista dos Strokes) e Santogold, queridinha da crítica, chamada de "Amy Winehouse americana". O som ficou ótimo e é difícil de esquecer. O vídeo para essa canção não poderia ser deixado de lado, acompanha todo o look da campanha de papel cortado. Assista abaixo que vale a pena. Ah, entre no site também, pelo menos para baixar de graça a ótima música.



Via Kitsune Noir

quinta-feira, janeiro 17, 2008

Onde você comprou isso, tinha pra homem?

Sou ligado em moda há tempos. Cheguei inclusive a cursar por um tempo uma Pós-Graduação em Moda na FASM. Mas desisti depois de tanto o professor se dirigir a classe como "meninas".

Tento acompanhar o quanto posso para entender mais e tirar dos editorias e desfiles o que acho bacana. Vira e mexe descubro que uma coisa que uso e acho que estou super na moda foi apresentado no desfile da Prada de 2003.

Aproveitando meu tempo livre de férias, estou olhando com atenção os desfiles ao redor do mundo. O primeiro foi o Fashion Rio. Sei que não é bom como o São Paulo Fashion Week mas poderia ser um bom aquecimento.

Olha, uma coisa menina. Obviamente foquei no que me interessa, as modelos, quer dizer, moda masculina. O que vi não me animou muito. Fora uma coisa aqui e outra ali me senti um pouco incomodado com muito do que vi na passarela. Já conheço o bastante pra saber que nem tudo que se vê em desfiles é "usável"nas ruas. O que vale é o conceito e as tendências. Mas mesmo assim, se tudo que eu vi for tendência para o nosso próximo inverno vamos ver a população gay maculina aumentar demais. Sem preconceito algum com os gays, acho que maioria se veste muito bem, mas tem coisas que eles gostam de usar mesmo sendo tecnicamente homens que um homem hetero nunca poderia usar. E olha que não tenho bichice de não usar rosa ou coisa parecida. Só que tem coisas que simplesmente não dá. Olhem alguns looks abaixo e vejam se estou errado.

Look "peguei roupas na minha irmã gordinha e saí pra rua".

Look "legging da minha sobrinha de 5 anos"

A polaina do da esquerda é foda mas não ganha do shortinho jeans dobrado do da direita.

Numa boa, não dá nem pra comentar.
Mas nem tudo é de purpurina. A Redley fechou com umas coisinhas bacanas, ainda que esteja também insistindo nesses shorts estranhos.

Eis que chega um sopro de esperança lá de Milão. Além de ver uma ótima apresentação dos jogadores do Milan Kaka, Ronaldo e Alexandre Pato, domingo vi as primeiras fotos dos desfiles que estão acontecendo por lá.

A Burberry, marca classuda que eu acho muito bacana mas não tenho nada, mostrou que dá pra fazer moda pra homem tradicional. Sem precisar ser boring. Realmente o universo masculino é muito mais restrito do que o feminino, difícil de trazer novas propostas como para as mulheres. Alguns estilistas não se conformam e tem que empurrar goela abaixo peças femininas no vestuário maculino. Como fez Miuccia Prada colocando ridículas mini-saias por cima de calças em seu desfile. Graças a Deus outras marcas apostaram no homem homem e como podemos ver abaixo vamos gostar de nos vestir na próxima estação sem precisar parecer que não gostamos de mulher.


Burberry e Dolce & Gabbana apostam no visual "matei um animal selvagem e vou te levar pra jantar pequena" Eu gosto!

Um verdadeiro changeman, por Burberry

Bacana demais, mas no Brasil só se você trabalhar numa pista de patinação no gelo ou Frigorífico. Ok, Frigorífico não.

Go home little girl, go home. Por Prada.

Fontes: Blog da Julia Petit e C'est hypercool.